LUTE

Combata o bom combate da fé. Tome posse da vida eterna, para a qual você foi chamado e fez a boa confissão na presença de muitas testemunhas - 1 Timóteo 6:12

SE DEIXE TRANSFORMAR

Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus - Romanos 12:2

ACEITE O SACRIFÍCIO

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna - João 3:16

VÁ NA CONTRA-MÃO

Converta-se cada um do seu caminho mau e de suas más obras, e vocês permanecerão na terra que o Senhor deu a vocês e aos seus antepassados para sempre. Não sigam outros deuses para prestar-lhes culto e adorá-los; não provoquem a minha ira com ídolos feitos por vocês. E eu não trarei desgraça sobre vocês - Jeremias 25:5-6

REFLITA A LUZ DE JESUS

Pois Deus que disse: "Das trevas resplandeça a luz", ele mesmo brilhou em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo - 2 Coríntios 4:6

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6 de dezembro de 2013

SONHO: PERSEGUIÇÃO


Recorrentemente (pelo menos 3 vezes nas ultimas 4 semanas) tenho sonhos cujo tema é minha perseguição por alguém não identificado. Em pelo menos um dos sonhos eu me virei contra meu perseguidor e o enfrentei. Nos demais, o perseguidor me seguia de perto. Em pelo menos um dos sonhos (o que tive esta noite) meu perseguidor me lembrava muito o homem que vem aparecendo nos sonhos de milhares de pessoas pelo mundo, o que pode indicar alguma contaminação cultural no meu subconsciente - afinal eu acompanho essa história há alguns anos - ou simplesmente que as teorias a respeito dele sejam reais.

De qualquer forma refletir o porque destes sonhos é quase obrigatório para mim. E de certa forma, creio que simples. Após uma pesquisa pela Internet, o significado ficou relativamente claro, para não dizer obvio: ansiedade.

Tenho tido alguns problemas chatos ultimamente. Nada que seja o fim do mundo, veja bem. mas são problemas que me deixam inquieto. Pelo menos dois problemas de saúde moderados - um dos quais pode ser fruto da ansiedade ou sintoma de um inicio de diabetes, que é um boca seca e leve desconforto na região do visícula - fora problemas sociais, com uma academia barulhenta na porta do meu condomínio e uma operadora de telefonia celular que insiste em fazer cobranças incorretas há meses mesmo eu reclamando e pedindo correção da situação desde o início da situação. Fora situações pontuais em meu emprego - estresse, mudanças, etc.

Destes problemas há um - o da operadora de telefonia - que eu encaixo no sonho e que me virei contra o perseguidor e o enfrentei, uma vez que estou entrando com ação contra a empresa no juizado de pequenas causas. Dos demais, eu literalmente fujo.

Há ainda o ódio e sentimento de frustração e impotência diante desses problemas, o que gera uma boa dose de irritação e frustração. Os sonhos de perseguição normalmente significam uma forma de lidar com problemas ou sentimentos que queremos negar, ocultar ou fugir, e aspectos de nosso eu que deixamos nas sombras de nosso subconsciente por não aceitarmos ser como somos. E eu não aceito muitas coisas em mim.

O que fazer então? Como lidar com isso? Enfrentamento? Continuidade da fuga? O que manter e o que mudar? Não tenho tido tempos fáceis ultimamente, e o fato de achar que não devia achar essa situações tão pesadas quanto a sinto torna meu sentimento de culpa e fraqueza piores ainda, gerando mais ansiedade e vergonha de quem sou. Há pessoas enfrentando problemas muito piores e com muito mais alegria, então porque eu, enfrentando coisas mais leves, sofro tanto?

Peço a Deus orientação, proteção, mudança de meu ser e livramento.

Não sei se esse sonho pode ser ligado a um outro sonho que tive anos atrás. A situação era outra, não me lembro pelo que eu andava passando na época, mas agora eu sei que meus sonhos atuais tem a ver com o que falei acima.

5 de novembro de 2013

SONHO: INCÊNDIO EM HOTEL ASIÁTICO

O lugar era alguma cidade na Ásia, quente e úmido (Tailândia, Malásia, etc). Em uma cidade com uma luz amarelada, eu estava em um hotel. Estava na cidade para fazer algo, algo que algumas pessoas dessa cidade não queriam que eu fizesse. Era como se eu fosse um agente secreto, buscando alguma coisa oculta na cidade tentando não chamar a atenção, e as autoridades desta cidade não quisessem que eu a encontrasse.

Estas autoridades começam a me procurar, e em uma perseguição eu consigo me esconder. Vejo-os perguntando por mim na recepção, já que toda a ação ocorre dentro do prédio deste hotel.

As autoridades começam a me perseguir novamente, e é neste momento que o prédio do hotel começa a pegar fogo. O fogo está em andares superiores a aquele em que estou, e no meio da multidão, sou evacuado do prédio. Não chego a ver fogo, apenas a fumaça. E assim sei que as autoridades não me pegarão. Me sinto livre, mas ao mesmo tempo triste. O ar parece pesado e eu não estou exatamente feliz. O sentimento é de perda.

E neste momento eu acordei.

Interessante notar que tenho passado por um momento de estresse mais intenso em meu trabalho e a sensação de depressão vem me atormentando novamente desde então. No dia anterior, na Igreja, tive uma sensação, um pensamento. Foi como se Deus estivesse falando comigo porque um pensamento surgiu do nada, e não foi agradável pois o pensamento foi “você terá que perder tudo o que tem”. Esse pensamento me arrebatou sem um motivo aparente. Pode ter sido apenas minha mente estressada? Pode ter sido uma influência maléfica? Pode ter sido Deus? Não sei.

Acho que quando Deus fala conosco, ainda mais assim, sabemos que foi Ele quem falou por vir acompanhado de uma sensação de paz e liberdade – se bem que Deus pediu a muitas pessoas que fizessem coisas que elas não queriam e que as perturbou bastante também. Paz e felicidade não foi o que eu senti quando o pensamento me surgiu. O que eu senti foi pavor, medo e, acima de tudo, opressão. De onde veio esse pensamento então? Da minha mente cansada e estressada, ou de fora de mim mesmo?

Tentei entender o que essa possível perda significaria. Será que minha vida atual me desvia de Deus de tal forma que tenho que ser despojado de tudo e todos para poder ter uma vida de acordo com a  vontade de Deus? Essa foi a única interpretação que tive, mas mesmo assim, a coisa é muito mais complicada do que meramente meus bens – que na verdade são bem comuns e até simplórios. Ocorre em todo o meu ser – meu comportamento, minhas atitudes, meus desejos, meus pensamentos, meus objetivos (ou falta deles).

Seria a perda relativa a algo diferente do material? Seria a perda, por exemplo, da sanidade? Seria minha depressão voltando? Ou o surgimento de alguma nova condição psicológica, desencadeada pelo estresse e sentimento de prisão, falta de escolha e falta de orientação que se intensificou mais nos últimos tempos? Coisas que debati de forma bastante intensa em minha última sessão de terapia, poucos dias antes deste sonho.

O sonho veio depois disso tudo, e não pude notar de ver estampado nele algumas situações que vivenciei naqueles dias e em momentos anteriores de estresse. Desejo de fuga de uma situação onde me sinto oprimido e perseguido. A fuga ocorrendo por meio de algo que está fora do meu controle, que ocorre de forma quase milagrosa – um incêndio. E o próprio incêndio, analisado do ponto de vista simbólico no subconsciente, sendo o fogo um elemento destruidor e ao mesmo tempo purificador. A mente é uma coisa fantástica e incompreendida, e o subconsciente trabalha medos, ansiedades e memórias de formas estranhas, usando s sonhos para diversas funções. Mas ao mesmo tempo, há muitos casos que demonstram que os sonhos são mais do que mero produto dos processos mentais.

Algo ocorrerá? Sofrerei alguma perda? Sofrerei a perda de tudo que tenho? Ficarei esquizofrênico ou depressivo? Eu não sei. A ansiedade inicial com a situação já diminuiu, de bem que permaneça aqui inconvenientemente.

Porém, ocorrendo alguma perda ou não, que Deus esteja no total controle de minha vida, e seja lá o que for, que me leve cada vez mais para perto de Jesus. O medo de sofrer perdas materiais e/ou emocionais são grandes, ninguém as quer sofrer, muito menos eu. Mas se for ocorrer, que ocorra para a glória de Deus.

12 de junho de 2012

SONHO: ROUBO DE BICICLETA


Eu estava andando de bicicleta em Sousas, lugar onde eu morava na infância. Vejo minha esposa vindo até mim a pé. Ela me diz que um homem roubou sua bicicleta, que era branca. Eu deixo minha bicicleta com minha esposa e saio atrás do bandido, indo na direção em que ela me disse que ele a havia abordado.

Ando por um tempo até que eu vejo, vindo da direção em que deixei minha esposa, um homem andando com a minha bicicleta. Imediatamente percebi que outro ladrão havia roubado a minha bicicleta da minha esposa. vejo minha esposa vindo correndo e gritando que o homem havia roubado minha bicicleta. Ele começa a correr com a bicicleta e eu começo a correr atrás dele, mas ele obviamente andava mais rápido do que eu.

Eu grito para ele que quero negociar pelas duas bicicletas e ele para para conversar. Eu me aproximo, fingindo que vou mostrar algo da bicicleta para ele e então o agarro, dando uma chave de pescoço, pronto para matá-lo. E então eu acordo.

Eu tenho andado bastante de bicicleta ultimamente, depois de reformá-la. Gosto dela e de andar nela, então parte do sonho veio disso.

Quanto a minha esposa ter tido a bicicleta dela roubada, pode ser devido ao fato dela não poder andar de bicicleta por causa do joelho dela, que uma professora de educação física destruiu quando ela tinha 12 ou 13 anos. No geral ela tem grandes restrições quanto a pratica de atividades físicas devido a este problema. Aeróbicos em geral, os mais tradicionais (caminhada, corrida, bicicleta) ela não pode fazer.

O ladrão tentando roubar a minha bicicleta é meu medo de não poder mais praticar atividades físicas, que venho retomando depois de muito tempo, inclusive retomando o gosto por elas, não apenas a prática. Eu não posso correr muito por problema de inflamação crônica na região da tíbia, mas andar de bicicleta eu posso e me faz bem, só que o excesso de peso atrapalha tanto isso quanto o Kung-Fu. Tenho medo de que eu não possa mais praticar nem isso.

22 de maio de 2012

SONHO: TIROS

Estou estacionando o carro em um McDonalds. Um homem aparece e começa a bater boca comigo, porque ele queria parar na vaga em que eu parei. Ele começa a me humilhar, a me ameaçar. Eu saco uma pistola e dou dois tiros nele, e então fujo.

Fico preocupado. As munições tem um ID próprio que as ligam a arma que usei, e a arma estava registrada no meu nome. A polícia iria me achar. Eu precisava me livrar dela, mas não sabia como.

Vou dar uma volta pela cidade. Acabo encontrando uma loja onde compro um tablet que tem alguns e-books instalados. A Bíblia é um deles. Eu a leio um pouco e então volto para o McDonalds.

Lá chegando uma mulher comenta que alguém havia atirado no marido dela, que havia sobrevivido. O homem entra no McDonalds. Eu viro o rosto preocupado com a possibilidade de que ele me reconheça, mas eu entendo que eu estou diferente, com cabelos raspados e outras roupas. O homem me encara e não me reconhece. Diz que as balas haviam atravessado seu corpo e sumido, e nenhum orgão vital foi atingido.

E então eu acordo.

Eu não tenho uma interpretação muito clara para este sonho, a não ser aquilo que já venho conversando com minha psicóloga. Há muitas coisas que ocorrem na minha vida que geram dentro de mim muita raiva e ódio que eu simplesmente não sei bem como liberar. Não sei argumentar bem então não consigo extravasar este ódio na forma de "combates verbais". Nunca fui um bom orador, e como escritor não passo de um entusiasta. Não sou intelectual, por mais vontade de ser que eu tenha tido.

Que tipo de irritações você pode se perguntar. Irritações simples mas sobre as quais não possuo poder de resolver, como por exemplo: um vizinho chato que não arruma o carro e fica tentando dar a partida por minutos a fio às 5h50m da manhã bem debaixo da minha janela. Isso se acumula em mim, e no final das contas fico repleto de ódio, explodindo por qualquer besteira.

O sonho foi uma válvula de escape, uma fantasia vivenciada em minha mente.

Minha vontade instintiva de resolver os problemas, como já falei para minha psicóloga, é por meio da violência. Nunca a usei em minha vida, sempre a mantive sob domínio, como a maioria dos seres humanos civilizados o fazem. Isso gera ao mesmo tempo frustração, porque todas as soluções pacíficas que arrumei sempre me deixam com uma sensação de derrota, e alívio, por não ter usado de violência e ter que sofrer todas as consequências físicas, morais, espirituais e legais de tal ato.

A violência é a mais básica, instintiva e tentadora forma de solução de crises que eu, e creio todos nós, possuímos (vide a violência no mundo, guerras, segregações, ódios raciais, etc). Mas não é válida no mundo em que vivemos.

Porém, nossa estrutura psicológica não sabe disso, e em completo conflito com a sociedade que criamos para nós, manifesta diversas doenças mentais, cada vez mais frequentes: ansiedades, depressões, crises de pânico, bulimia, anorexia, etc.

Dar tiros foi obviamente um exagero do meu sonho. Mas representa que a necessidade de violência e demonstração de força perante as situações, na psique humana, é algo muito forte e que precisa de alguma forma ser suprida. Por que é que o MMA tem feito tanto sucesso, ou filmes de terror, guerra e ação?

8 de abril de 2012

SONHO: ESPAÇONAVE


Estou em uma grande e importante espaçonave na órbita da Terra.

Eu sempre desejei viajar pelo espaço, então é algo como um sonho se realizado.

Todos os demais tripulantes, salvo mais dois ou três além de mim, estavam postos em hibernação criogênica para a longa viagem que a nave faria. Eu sou o responsável por dar ignição na espaçonave antes de me por em hibernação, ignição que porá a espaçonave rumo a seu destino. Era uma tarefa simples, mas primordial. Se ela não fosse concluída, todo o resto não poderia ser executado.

Há do lado de fora na nave criaturas estranhas. Não são exatamente monstros, mas criaturas que parecem me ludibriar, me seduzir, me enganar e me desviar de meu propósito: dar a ignição.

Algumas invadem a espaçonave e eu e os outros que estão acordados temos que lidar com elas. Após algum tempo conseguimos nos livrar delas, e então flutuo até a cabine de comando para dar a ignição. Só que neste momento eu percebo que não sei como fazer isso. Nenhum dos demais também sabia. Era necessário inserir um código no painel do sistema central, e eu não fazia ideia de como ele era.

Começo a procurar pelo código na papelada da capitã (sim, eu sabia que quem mandava na espaçonave era uma mulher, que estava como todo o restante da tripulação, em hibernação criogênica e portanto inacessível). Não encontro o código, mas encontro outros papéis. Em um deles está minha avaliação no treinamento que havia feito para poder dar ignição na espaçonave.

Tudo ali indicava uma coisa claramente: eu era péssimo. Todas as minhas avaliações eram ruins e deficientes. Comentários sobre falta de capacidade de atenção e concentração eram as que mais me chamaram a atenção.

Uma mistura de sentimento de inaptidão, derrota e conformação me dominam. E então eu acordei.

A espaçonave obviamente é minha vida. Ela está parada em órbita de algo maior, cujo tamanho exerce uma poderosa força gravitacional da qual em parte me livrei, mas em parte ainda me segura. Preso entre dois mundos, entre minha origem e meu destino. Eu não sei bem o que é este algo maior.

A tripulação em hibernação são meus sonhos, dons e capacidades, postos para dormir por mim mesmo muito tempo atrás. Onde eu estou, eles não tem utilidade, não podem ser despertos, ficarão inúteis e sofrerão.

Os outros tripulantes são pessoas que conheço em minha vida que eu posso chamar de amigos. São poucos, obviamente, e sua ajuda é limitada. Há coisas que eles não podem fazer por mim. Há coisas que apenas eu posso fazer, e ninguém mais.

Eu sou eu mesmo: pessoa incapaz que não consegue lidar com as mais simples coisas da vida, que se atrapalha com coisas que a maioria dos outros lida sem nem sequer pensam para resolver, que tropeça em terreno plano, que aguenta cargas pequenas como se fossem insuportáveis. Que não consegue se concentrar, que não consegue prestar atenção. Que não consegue ser gentil, bondoso, alegre, divertido. Que não consegue ser amável. Que não consegue amar. Que não consegue se importar ou ligar para nada. Que não vê motivação em nada, que vê tudo como perda de tempo e despropósito, que só vê o lado ruim de tudo e nunca o lado bom.  Que não consegue honrar o nome de Jesus, que não consegue ser como Ele nem que em parte.

As criaturas do lado de fora da nave são todas as coisas que tentam me impedir de dar a ignição na minha vida, de pô-la em movimento rumo ao meu destino, onde a tripulação (meus dons, habilidades, sonhos) serão despertos, onde eles terão algo a fazer, onde seu propósito será cumprido.

O que eu tenho que fazer?

Encontrar uma forma de dar a ignição. De por a espaçonave (minha vida) em movimento. De colocá-la a caminho do meu destino. A espaçonave sabe para onde deve ir, mesmo que eu não saiba. Tudo o que eu tenho que fazer é praticamente apertar um botão. Mas qual?

29 de janeiro de 2011

SONHO: CONTRA-BAIXO


Sonhei esta noite com algo que me surpreendeu.

Eu esta em algum lugar, uma rua estranha de terra com galpões. Agora, pensando bem, parecia com a rua da gráfica aonde tive meu primeiro emprego. Eu estava em um destes galpões fazendo alguma coisa, da qual eu não me lembro bem o que era.

De uma hora para outra várias pessoas vem me buscar totalmente extasiadas e felizes. Elas me arrastam para outro galpão e ao chegarmos lá haviam três pessoas que eu nunca vi na vida, mas que no sonho eu as conhecia. Sabia que eram músicos ou profissionais de TV, uma delas eu sabia no sonho que era cantora evangélica. Estranhamente eu estava com uma leve ereção ao abraçar a mulher e fiquei meio sem jeito.

Eles então me deram de presente, em um case preto, um contra-baixo! Um jazz-bass de 6 cordas (se é que isso existe) azul. E junto, um cubo meteoro. Me disseram então que estavam me dando aquilo porque eu havia me desfeito do meu outro contra-baixo (e isso realmente eu fiz porque havia me revoltado e desistido totalmente de tocar), e que eu não devia abandonar meus sonhos.

O sonho acabou e eu acordei.

Fiquei pensando se este sonho foi realmente direto ou se foi simbólico. Meu subconsciente está me dizendo que eu sinto saudades de tocar baixo ou está me dizendo que eu não devo abandonar meus sonhos, que está na hora de retomá-los, já que eu abandonei praticamente todos há alguns anos?

12 de novembro de 2010

SONHO: ABANDONADO DE NOVO

De novo tive um sonho em que eu era abandonado. Desta vez, foi por minha esposa. Não sei exatamente o que ocorria no sonho, mas haviamos nos separado e ela não queria me ver por nada no mundo. Parecia muito irritada comigo.

Lembro de, no sonho, chegar para o trabalho completamente sem vontade de viver. Era uma situação extremamente triste.

O fato é que eu devo estar sonhanco com estas coisas porque estou me sentindo indigno da convivência com outras pessoas. Eu tenho passado por meses em que minha doença está mais tranquila, mas tem algumas situações em que eu não consigo reagir, e me afundo cada vez mais. Isso faz com que eu me veja como alguém que não merece nada de bom. Quem sabe eu não me sabote como forma de punição a mim mesmo, mesmo sem me dar conta...

10 de novembro de 2010

SONHO: ABANDONADO

Domingo passado tive outro sonho relevante.

Estava com minha esposa e todos os meus parentes relevantes em um hotel enorme e luxuoso. Nos reunimos em um saguão do hotel, e todos conversavam animadamente. Todos começam a combinar de irem todos a algum lugar comer. Eu vou no quarto fazer alguma coisa, quando volto não havia mais ninguém. Todos foram embora sem mim, mesmo minha esposa.

Eu volto para o quarto e fico sozinho, triste, com um sentimento de solidão muito doloroso. Fico extremamente magoado com todos e me sinto totalmente abandonado e insignificante. Depois de algum tempo todos voltam e notam como eu estava me sentindo, ficando constrangidos.

O sonho acaba.

26 de setembro de 2010

SONHO: A PRAIA

Como disse em outras descrições de sonhos, há alguns lugares que eu nunca visitei, que sequer sei se existem no mundo real, mas que eu visito em sonhos de forma recorrente. Um destes lugares é a praia. Uma praia muito pitoresca aliás, que começa em um paredão de pedra enorme do seu lado esquerdo e que se extende quase até o infinito para a direita. As areias são brancas e o interessante é que eu sei que lá sempre é noite, mesmo estando super iluminado.

Há uma avenida que segue toda a praia, e um calçadão completamente tomado de quiosques de madeira suspensos, com muitas árvores. As ruas estão sempre movimentadas com pessoas nas calçadas e carros nas ruas. Todos parecem curtir o lugar tranquilamente. Há prédios e outras ruas atrás desta avenida.

Se você vai andando pela praia na direção da direita, oposta ao paredão, chega uma hora em que você tem que subir para a calçada porque há um obstáculo a ser superado, uma construção que parece um cais ou pier alto. Dali escorre o que parece ser um esgoto, e no mesmo local, ao lado, parece ser um centro de distribuição de pescados.

Há uma ou outra ilha não muito distante da praia, cerca de 200m mar adentro. Estas ilha são repletas de vegetação e algumas tem casas com atracadouros.

Neste sonho em especial eu ia andando com algumas pessoas pela praia quando surge uma onda gigante. Ela não vinha exatamente do mar, mas sim da parte direita da praia, o que é muito estranho. A primeira onda gigante estoura e eu sinto as gotas d'água voando no meu rosto. Continuamos a andar, e outra onda surge. Abaixo dos quiosques de madeira suspensos haviam grades de ferro fixadas. Eu dou a sugestão para as pessoas comigo de nos agarrarmos à grade para não sermos arrastados pela onda. Nos agarramos e aonda quase nos leva. Resolvemos voltar para a esquerda da praia, em direção ao paredão de rocha, e as ondas nos deixam em paz.

SONHO: O ZIGOTO E O LAGARTO BRANCO

Meu irmão havia me deixado cuidando de seu filho. Não era meu sobrinho, mas um um pontinho escuro, do tamanho de uma pulga, um verdadeiro zigoto e que meu irmão deixava guardado dentro de uma caixinha. A caixinha tinha uns respiradouros maiores do que o zigoto, que de uma hora para outra desapareceu.

Chamei meu irmão desesperado para falar o que havia acontecido. Ele me pediu calma e disse que a gente ia achar ele, porque isso já tinha acontecido antes, e então começamos eu, ele e minha esposa a procurar o zigoto na cama, entre os lençóis. Eu estava com medo de que ele tivesse ido até o banheiro e caido pelo ralo.

Escuto um casal de crianças gritando falando que havia um lagarto no banheiro. Eu corro para lá a tempo de ver só o rabo do lagarto descendo pelo ralo. Eu grito: "Espere ai Sr. Lagarto, quero te pedir um favor".

O lagarto volta, ele é branco com olhos azuis. Ele me pergunta o que eu queria e eu lhe falo sobre o filho do meu irmão e meu temor de que ele tivesse caído nos esgotos. O lagarto me responde então: "Fique tranquilo, se ele estiver nos esgotos eu vou achá-lo e vou trazê-lo de volta pra você".

O sonho acabou ai.

16 de agosto de 2010

SONHO: A FUGA

Eu fazia parte de um grupo de pessoas que se esconde em uma espécie de sítio. Está noite e não há eletricidade. A única luz que há é a de fogueiras, mas elas tem que ser poucas e pequenas para não atrair os monstros, que estranhamente não tem forma, ou não me lembro da forma delas.

Há um furgão que usamos para fugir. Cada um do grupo parece ter uma arma diferente. Fugimos com o furgão por uma estrada de terra que passa em meio a uma densa mata. O carro vaia toda velocidade, e os monstros nos perseguem. Usamos nossas armas e afugentamos as criaturas.

O mais importante neste sonhos para mim não foi o que ocorreu mas o que eu senti. Senti medo, opressão e estresse. Mas não me senti sozinho, e isso foi algo importante. Me senti fazendo parte de um grupo, me senti integrado, lutando com outras pessoas por um objetivo em comum. E isso foi bom.

3 de maio de 2010

SONHO: PERDENDO DENTES

Mais um sonho estranho para a galeria.
Estava discutindo algo com alguém, e então sinto algo, um incômodo em minha boca. Vou ao banheiro e me olho no espelho. Aperto a gengiva com um dedo e sangue brota da gengiva, como se ela fosse uma esponja embebida de sangue. Aonde eu aperto o sangue escorre.
Logo a carne da gengiva parece necrosar e fica escura. Pedaços caem e eu vejo partes expostas das raízes dos dentes, e dos ossos de minha mandíbula. Não sinto dor, mas a visão é perturbadora. Os dentes não chegam a cair, mas temo por eles.
Logo em seguida o sonho acaba.

2 de maio de 2010

SONHO: A FORTALEZA DA MENTE

Ainda falando sobre sonhos, eu não sei você, mas comigo existem alguns sonhos estranhos que ocorrem em lugares em que eu nunca estive, mas aonde diversos sonhos meus se passaram, e acho, vão se passar. São lugares recorrentes em meus sonhos.

Há um destes lugares que é um misto de super-mercado com shopping center aonde diversos sonhos meus já foram sonhados antes, tanto em seu interior quanto no seu estacionamento. Há também a cidade com ruas em curva e quarteirões arborizados e melancólicos que me é desconhecida mas que estranhamente me é familiar, a qual já relatei em outro sonho.

Mas o lugar do qual quero falar agora é da fortaleza gigante e obscura aonde voltei a sonhar esta noite. Já sonhei com esta fortaleza muitas vezes desde minha infância, e creio que boa parte dela é subterrânea porque em mais de uma ocasição já sonhei com uma parte dela que é um imenso salão com um enorme lago de lava no centro, como se fosse a boca de um vulcão. O sentimento de opressão e a escuridão que esta fortaleza demonstram também me dão esta impressão de estar debaixo da terra.

Lá eu nunca estou em paz, sempre estou lutando contra algo, comandando um exército contra outro, fugindo de algum inimigo que nunca vejo mas que é terrível, ou, em algumas ocasiões, já me vi atravessando-a para ir de um lugar a outro, mas sabendo que o simples fato de atravessá-la é terrívelmente perigoso e opressor. Estar dentro dela sempre me dá medo e me deixa em estado de atenção.

Por algum motivo eu tenho a impressão de que esta fortaleza é uma simbologia para a minha própria mente, e que os inimigos e perigos que enfrento são meus pensamentos, tendências e idéias. É a Fortaleza da Mente.

Como disse, sonho com esta fortaleza desde a infância, muito antes de sequer saber que havia um livro chamado "O Senhor dos Anéis" e muito antes de que qualquer filme a respeito fosse feito. Mas a coisa mais próxima de como eu vejo esta fortaleza são as Minas de Mória, cujas imagens vem abaixo.



Não é a toa que até mesmo o poderoso Gandalf temia as Minas de Mória, pois é ali que habitava um mal ancestral, despertado pelos anões que há muito tempo haviam, em sua ganância, cavado fundo demais e despertado sua ruína, o Balrog.

O que seria o Balrog nesta simbologia além daquilo que realmente somos e tememos despertar?

1 de maio de 2010

SONHO: TIMÃO GANHA DO FLAMENGO

Esta noite sonhei que no jogo de volta pelas 8ªs de final da Libertadores 2010 o Corinthians ganha do Flamengo por 2x1, se classificando para a próxima fase da competição.

É um placar bem possível e que seria a cara do Timão, sofredor mas campeão.

Tomara que na quarta-feira meu sonho se torne realidade.

14 de abril de 2010

SONHO: MACONHA E REPRESSÃO

Mais um sonho, que tive esta noite.

Estava em algum lugar diferente, uma espécie de Universo paralelo. Era um Estado Ditatorial, e eu, por algum motivo, estava andando com uma turma de subversivos pelas ruas da cidade, uma cidade sem prédios, de ruas largas e com árvores esparsas, como uma cidade do interior.

Um dos subversivos me entrega um tijolo de maconha e me pede para guardá-lo para ele. Eu o levo para casa, mas ocorre uma batida dos agentes do governo opressor. Eu escondo o tijolo de maconha temendo por mim. Guardo-o em baixo de uma gaveta, mas sabia que era inútil, que os agentes o encontrariam.

Um dos agentes que entra no meu quarto eu conheço, na vida real é um segurança da empresa em que trabalho. Ele é gente boa. Ele entra no meu quarto e espero que ele faça vista grossa para mim porque no sonho eu também o conhecia. Eu fico do lado de fora do quarto com o outro agente enquanto ele vasculha o cômodo.

Ele volta de lá de dentro com uma foto nas mãos, nem havia visto o tijolo de maconha. A foto mostra a mim mesmo comendo algo, que o governo julga errado. Os agentes me coagem. Eu bato boca com eles e saio andando pela rua novamente.

Nas ruas caminho por ruas vazias e largas, curvas bem abertas e inclinadas. Eu não conhecia o lugar, mas estranhamente eu já o vi em diversos outros sonhos que tive em minha vida. É fim de tarde e esta quente. Eu caminho pelas ruas sem parar, sem ter para onde ir. O sentimento é de desamparo total.

Eu encontro com o subversivo que havia me dado o tijolo de maconha para guardar. Eu conto a ele o que ocorreu e ele fica furioso como se a culpa fosse minha. Ele desaparece, e então o sonho acaba.

13 de abril de 2010

SONHO: EUTANÁSIA, DEPRESSÃO E DELINQUÊNCIA

Outro sonho estranho que tive hoje:

Acompanho uma outra mulher que trabalha comigo. Ela já tem certa idade, mas não o bastante para se aposentar. Ela vai a um necrotério acertar seu enterro, ela deseja morrer. Ela vai na minha casa, uma casa em que eu morava sozinho com meu irmão (que é diferente da minha casa de verdade) e deita na minha cama, dizendo que sempre teve vontade de fazer aquilo, e brinca ali como uma criança. Ela tem um filho adotivo que é bastante problemático, mas nesta hora eu só sabia disso, não havia visto o rapaz.

Chega o dia do enterro, e ela morre. É colocada no caixão e dentro dele recebe uma injeção que a mata. Do lado dela o Paulo César Pereio também esta em seu caixão recebendo a injeção, e xinga alguma coisa antes de morrer.

O enterro ocorre rapidamente e logo me vejo tomando conta do garoto que era filho adotivo da mulher sem saber por que. Ele é terrível, sinto desespero e agonia por cuidar dele, já que ele sumia para usar drogas nas ruas e praticar pequenos crimes. Entrego os pontos e chamo uma equipe que cuidará dele. Eles o capturam e o amarram em uma camisa de força, e o trancam em uma sala de uma instituição que, ao sair, vejo que fica no prédio da minha atual empresa.

Depois me vejo ali perto, em um prédio desconhecido, de noite, com a cidade ao fundo e uma lua cheia enorme nos céus. Eu estava sentado perigosamente em um lugar alto e inseguro de concreto (uma torre) conversando com um amigo meu (o Ricardo Carmo). Ele está deprimido e triste sem que eu saiba o motivo, quer se matar no caixão que nem a mulher do começo do sonho. Falo para ele que a gente tem que ir beber alguma coisa para a tristeza dele passar. Ele melhora e a gente desce da torre e vai beber.

Neste ponto o sonho acaba.

4 de abril de 2010

SONHO: COBRAS E BEBÊS

Tive este sonho nesta noite:

Estou em casa, e converso com minha esposa. Decidimos ter um filho.

Contratamos uma barriga de aluguel que é na verdade uma mulher que trabalha comigo e que já é avó. A criança nasce, é uma menina linda que é a cara da minha esposa.

Convivemos com a barriga de aluguel por algum tempo pois ela estava amamentando. Tudo estava bem, a criança havia nascido já com cabelo, que era cacheado da cor dos meus cabelos. Os olhos eram bem verdes que nem os da minha esposa, e a menina tinha um humor ótimo.

Em seguida eu entro no banheiro para tomar banho. Noto algo se movendo perto do chuveiro. É uma cobra. Ela anda pelas paredes sem problemas.

Eu saio correndo do chuveiro e grito para minha mulher me trazer uma vassoura, porque a cobra está entre mim e a porta. A cobra é grossa e curta, e é toda listrada de vermelho, preto e branco.

Minha esposa me joga a vassoura e eu imobilizo a cobra. A cobra começa a se debater muito e pica a vassoura inúmeras vezes. Eu imobilizo a cobra mais ainda, e falo para minha mulher me trazer uma faca.

Eu pego a faca e penso que já havia ouvido falar que não era bom matar cobras, mas não me lembro porque. Resolvo matar a cobra assim mesmo porque eu não saberia o que fazer com ela e nem saberia como pegá-la na mão. Eu arranco a cabeça da cobra e tripas saem dela.

Ela morre e então o sonho acaba.