LUTE

Combata o bom combate da fé. Tome posse da vida eterna, para a qual você foi chamado e fez a boa confissão na presença de muitas testemunhas - 1 Timóteo 6:12

SE DEIXE TRANSFORMAR

Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus - Romanos 12:2

ACEITE O SACRIFÍCIO

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna - João 3:16

VÁ NA CONTRA-MÃO

Converta-se cada um do seu caminho mau e de suas más obras, e vocês permanecerão na terra que o Senhor deu a vocês e aos seus antepassados para sempre. Não sigam outros deuses para prestar-lhes culto e adorá-los; não provoquem a minha ira com ídolos feitos por vocês. E eu não trarei desgraça sobre vocês - Jeremias 25:5-6

REFLITA A LUZ DE JESUS

Pois Deus que disse: "Das trevas resplandeça a luz", ele mesmo brilhou em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo - 2 Coríntios 4:6

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6 de maio de 2005

INTERPRETANDO KING-KONG


Eu nunca gostei da história do King Kong. A achava muito chata e descabida, e sinceramente não estava com a mínima vontade de ver esta nova versão que aquele "hobbit safado" do Peter Jackson fez. Mesmo eu sabendo que tecnicamente o filme não ficaria abaixo de uma classificação similar à perfeita.

A questão é que eu nunca havia entendido o verdadeiro significado da história do King Kong. Eu não entendia que King Kong não é para ser apreciado... mas sim interpretado. É uma história inteligente e poética que eu, por falta de sensibilidade e até mesmo inteligência, não entendia. Era como alguém que, ao ver um quadro, olhava só o desenho, e não a poesia e o complexo significado das linhas, cores e movimentos.

Mais do que entender, eu agora me identifico totalmente com King Kong. Não vi o novo filme ainda (nem tem como, não estreou aqui ainda), mas eu parei para refletir sobre a história e agora entendi o que ela de fato deseja transmitir.

Agora tenho certeza de que vou assistir essa nova versão e que ela provavelmente vai me agradar mais do que NARNIA. Não que NARNIA seja ruim, mas é que eu já li os livros e sei que adaptações pra ao cinema são complicadas e nunca agradam 100%.

Já King Kong não... é um ícone 100% cinematográfico que agora eu entendo que realmente merecia uma adaptação melhor do que aquela pífia feita nos anos 80.

Eu mesmo me estranho ao afirmar que me identifico demais com um gorila gigante de mais de 10 metros de altura. Mas se você não se lembra da história, assista ao filme tentando ver mais do que as cenas de computação gráfica e os efeitos especiais. Veja o filme enxergando através da interpretação dos atores e da complexidade dos cenários.

Olhe para o coração da história e você vai entender o que eu quero dizer quando digo que sou mais parecido com King Kong do que eu jamais supus. Por que King Kong não é um filme. King Kong é uma metáfora sobre a própria alma humana, e nisso reside toda a beleza que vejo agora nessa história.

5 de maio de 2005

MENOS 10

Dia memorável, dia e conquista! Sim! Medi minha massa (vulgo: me pesei) após o almoço e fico feliz em registrar que constatei que atingi o décimo quilo perdido nestes quase 3 meses de tratamento! Benditos Femproporex, Cáscara Sagrada e Glucomannam! E bendito seja Deus, que me proporcionou força de vontade e meios de conseguir isso!

2 de maio de 2005

CASAMENTO

Chegando o meio do ano (estamos em Maio) as espectativas vão ficando maiores. Em setembro termino de pagar a faculdade e mais algumas dívidas, e terei meios de começar enfim a juntar dinheiro para casar, se Deus quiser.

Acho que o tempo que eu e a Cris esperamos foi, de fato, planejado por Deus para que pudesse-mos amadurecer nosso relacionamento, nos conhecer, nos aceitar mais e, assim, termos um casamento melhor. Hoje sabemos mais aonde vamos nos meter quando nos casarmos.

Eu tinha a idéia errada de que quanto mais tempo se passasse namorando, mais estável seria o casamento, pois afinal, no namoro passamos por muitas dificuldades, por muitas provações, e mostramos um ao outro do que éramos feitos, nossas qualidades e defeitos. Pensava que desta forma estaríamos construindo um alicerce forte para a nossa vida em conjunto. Mas eu estava enganado. O tempo tem sua importância, mas não é fundamental.

Conheci casais que namoraram pouco mais de um ano antes de se casar e que se separaram pouco tempo depois, assim como conheci casai que namoraram apenas alguns meses antes de se casar e que estão juntos a mais de 30 anos (meus pais, por exemplo, mesmo aos trancos e barrancos). E já vi casais que namoraram anos a fio, passaram por muitas coisas e, após se casarem e ficarem juntos por pouco tempo, se separaram. E também tem aqueles casais que namoram anos a fio e este namoro gera um relacionamento tão forte que após o casamento eles se amam mais ainda e ficam juntos até a morte.

Qual o parâmetro então? Como saber se o meu casamento vai dar certo?

Acreditando nele, e acreditando em Jesus. Não se pode entrar em um casamento pensando em separação. Isso deve ser completamente desconsiderado, e deve-se estar disposto a uma vida difícil (sim, eu sei que vai ser difícil conviver com a Cris e ela sabe que vai ser difícil conviver comigo), mas ao mesmo tempo deve-se estar disposto a aceitar isso em nome dos bons momentos que com certeza vamos ter. Entender que as dores virão, que haverão horas que não vamos querer olhar um para a cara do outro, mas que faremos as pazes, que temos o mesmo objetivo.

Compreensão mútua, um suportando o outro (não no sentido de aturar mas sim no de ajudar), saber quando ser submisso, quando se impor, e acima de tudo, SABER CONVERSAR SOBRE TUDO ( e este tudo varia desde mágoas e raiva até orçamento e decisões do que fazer em situações de impasse).

Maturidade... sem maturidade para conversar, de ambos os lados (por que isso não pode ser unilateral se não desanda) o casamento não vai dar certo. E de onde vem esta maturidade? Vem do alvo mestre que ambos teremos que ter. E qual é este alvo? Criarmos uma familia de verdade para a alegria de Jesus, para a glória de Deus. Sermos felizes juntos, acima das dificuldades, e contar com ma graça de Deus sob nossas vidas e sob o nosso casamento.

Tenho medo, é claro. Afinal não sei cuidar sequer de mim mesmo direito, quanto mais de uma familia... mas este é o destino a que Deus definiu ao homem. O peso desta responsabilidade eu terei que carregar. Ainda bem que com a ajuda da Cris, é verdade, mas ainda assim a maior parte desse peso será meu. Mas o medo será superado, e tenho certeza de que, no tempo de Deus, eu e a Cris nos casaremos, não para nos separarmos diante de dificuldades e problemas, mas sim para que possamos enfrenta-los juntos, por mais difícil que isso seja. Nos casaremos para que, com Deus, sejamos felizes mesmo em meio a adversidades.

28 de abril de 2005

ZARD

A algum tempo atrás eu já falei do THE DARKNESS e do LUDOV, duas bandas que estavam me fazendo prestar bastante atenção à música novamente (desde o suicídio de Kurt Cobain eu não me ligava muito em música).

Que eu gosto de J-POP (música pop japonesa) não é segredo para ninguém. Mas agora tenho definida a cantora da qual eu mais gosto e que coloco como uma das artistas que eu mais gosto. O nome dela é ZARD (http://www.zardnet.com/zardthebest).

A ZARD já gravou algumas músicas conhecidas daqueles que gostam de animês (já gravou uma música maravilhosa chamada DON´T YOU SEE para a trilha de Dragon Ball GT e mais recentemente músicas para o novo filme do DETECTIVE CONAN).

Uma pena que, devido ao preconceito de muita gente aqui no Brasil, a música japonesa seja colocada de lado. Isso quer dizer que as chances de eu ver um show da ZARD algum dia são muito baixas (a não ser que eu vá ao Japão). Mas fica registrado o nome dela no meu hall de artistas preferidos.

Até agora minha música preferida dela se chama IF YOU GIMME SMILE, do disco OH MY LOVE, de 1994. Mas todas as músicas dela são boas, contando o fato de que ela toca, canta e compõe, em um estilo mais maduro e romântico do que aquele pop tecnotrônico que se está acostumado a ouvir dos lados do Japão.

25 de abril de 2005

PICO DOS MARINS

Dizem que as montanhas nos ensinam muitas coisas, e dizem que Deus fez muitas coisas importantes sob as montanhas. No meu caso, posso dizer que a montanha também foi um marco na minha vida.

A viagem deste feriado prolongado rumo ao pico dos Marins foi, no geral, muito boa. O lugar era maravilhosamente bonito. O caminho de ida foi muito difícil de ser concluído por ser uma subida sem fim, mas graças a uma abençoada carona de caminhonete, conseguimos chegar ao nosso primeiro destino, o morro do careca, exatamente quando a noite estava começando.

Careca


Armamos as barracas, preparamos nossa comida e não era nem mesmo 20h00m quando estávamos todos deitados dormindo, exaustos da caminhada enorme que havíamos dado (uns 15Km com aquelas mochilas de 20Kg nas costas). Já estávamos a uns 2000m de altura neste momento, e a vista era maravilhosa, coma s nuvens aos nossos pés e uma lua incrívelmente clara sob nossas cabeças, com o céu repleto de estrelas. Fizemos um rango bacana a beça e dando muitas risadas antes de dormir.

Acordamos na manhã de sexta-feira e tomamos nosso café da manhã reforçadíssimo, pois íamos subir o pico dos Marins. Abastecemos nossas garrafas de água (gelada) em um riacho que havia ali perto, a tratando com hipoclorito, e começamos nossa escalada. Pedras, mato, aderências, escaladas, buracos, formigas e trilhas miseráveis muito mal sinalizadas nos consumiram algumas horas. Paradas para beber água e comer alguma coisa eram feitas a cada hora.


fazendo um cappucinno no café da manhã


Em certo momento da caminhada, quando achávamos que estávamos próximos do cume, abandonamos nossas mochilas, que estavam muito pesadas, para subirmos de forma mais ágil. Esse foi o primeiro erro que cometemos: nunca abandone sua mochila em uma escalada. Calma, elas não foram roubadas, o problema foi o que ocorreu depois que nos separamos delas.



subindo o Marins


Bem, depois de algum tempo pulando rochas e passando apertos tremendos, chegamos a um local em que para mim e para o Ricardo (estávamos em 5, eu o Ricardo, o André e os irmãos aventura Hugo e Márcio) era impossível subir: um paredão de quase 5 metros de altura com uma inclinação próxima a 70º.

Dois homens apareceram por uma trilha do outro lado, e quando lhes perguntamos se aquele paredão era o caminho para o cume, eles disseram que haviam muitas trilhas que levavam ao topo, e que aquela pela qual eles estavam vindo era uma das mais fáceis, mas que dava uma certa volta na montanha para subir.


em cima da montanha


Foi ai que cometemos o segundo erro mortal: nos separamos. Eu e o Ricardo falamos que íamos pela outra trilha e que encontraríamos o restante do grupo lá em cima. Caminhamos algum tempo até chegarmos à inclinações que não éramos capazes de escalar. Tentamos voltar para o paredão... e não o encontramos. Tentamos voltar pela trilha para acharmos nossas mochilas... e não achamos. Tentamos descer... e não conseguimos! Estávamos presos na montanha, sem saber como voltar, sozinhos, sem água, sem comida, sem barraca, sem roupas de frio, com previsão do sol se por em mais ou menos uma hora e meia e com uma previsão de frio relativamente forte durante a noite. Se não fizéssemos nada, íamos morrer.

Gritamos para ver se o grupo respondia, e nada. Orei muito, pensando que iria morrer daquela forma terrível. O Ricardo manteve a calma, e eu tive a idéia da gente subir. O grupo estava em cima da montanha, então tínhamos que subir e achar eles, era nossa unica chance. Subimos mais algum tempo e gritamos de novo. Para nosso alívio, eles responderam. Alguns minutos depois, nos encontramos. Achamos a trilha novamente e descobrimos que estávamos muito longe das mochilas. Descemos e as pegamos, comendo e bebendo então.


comendo depois do sufoco


A noite chegava rapidamente. Acampamos no meio do caminho, novamente quando o sol se punha, em um pequeno local apropriado para acampar, ainda em cima da montanha. Estávamos com um problema de falta de água (só 2,5 litros para os 5 passarem a noite) e a racionamos, mas eu já estava extremamente aliviado por poder dormir em uma barraca e ter comida para mastigar. Com assaduras nas coxas, me deitei mais cedo para me cuidar enquanto o pessoal saiu caçando água em poças sob as pedras. Conseguiram mais 2 litros de água dessa forma, em poças cheia de limo.


montando acampamento em cima da montanha


Improvisaram um filtro com gase e algodão, e depois deram uma super aplicação de hipoclorito na água, a deixando descansar até a manhã seguinte, no sábado. Ao acordar e experimentar a água, vi que estava com o maior gosto de água de piscina. Me lembrei que tinha 2 pacotinhos de Tang na mochila e os usei na água. O pessoal aprovou, pois deu para disfarçar um pouco o gosto de cloro.

Desmontamos o acampamento às 7h00m e começamos a descer. O André havia dado uma torcida forte no pé no dia anterior, e mesmo com dificuldades, conseguiu descer legal as pedras da montanha. Em uma hora, chegamos ao careca novamente, onde tínhamos água a vontade no riacho. Jogamos o Tang clorado fora e bebemos água até não aguentar mais. Continuamos nossa caminhada, com o objetivo de dormir em casa naquele dia ainda.




voltando para casa


Perto do meio dia (após umas 5 horas de caminhada) paramos na ranchonete (um rancho que existia no meio do caminho) para fazermos nossa comida e descansarmos. Comemos muito bem, descansamos por mais ou menos uma hora, e continuamos nossa caminhada até pouco mais que as 17h00m, quando conseguimos sair da fazenda e chegar à rodovia. Uma chuva estava se armando e estávamos encapando nossas mochilas com sanito quanto, milagrosamente, uma lotação para a cidade de Piquete parou para decarregar algumas pessoas. Falamos com o motorista e fomos até Piquete. Estávamos novamente na civilização!


fazendo uma gororoba na ranchonete


Em Piquete pegamos um ônibus até Lorena, de Lorena pegamos um ônibus até Guaratinguetá, de Guaratinguetá pegamos um ônibus até São Paulo e de São Paulo pegamos um ônibus até Campinas, tudo isso por que o ultimo ônibus de Lorena para Campinas saia às 15h00m. Chegamos em Campinas entre 00h00m e 00h30m, de onde nos separamos. Dormi na casa da minha noiva, onde comi um miojo que havia sobrado da viagem e onde tomei meu primeiro banho em 3 dias. Dormi por umas 10 horas, sem acordar, como uma pedra. E até agora estou com dor nas panturrilhas, de tanto esforço que minhas pernas fizeram. Só no sábado andamos mais de 25Km direto.

O grupo foi muito bom. Todos eram pessoas legais, não houve problemas pessoas em nenhum momento e o mais legal é que ninguém achou ruim quando eu dizia que não aguentava fazer tal coisa, ou que não ia ser capaz de ir por um determinado caminho. Foi muito jóia neste aspecto pessoal.

As lições que tirei desta aventura toda? Bem, foram várias. Primeiro, percebi que não estou pronto para morrer, segundo, que estou totalmente nas mãos e Deus (estou vivo só por misericórdia dEle). Também percebi que na cidade tenho muito luxo para viver (como banheiro, chuveiro, comida quente, água a vontade, cama confortável, transporte urbano, etc). Minha perspectiva de vida mudou completamente, posso dizer que tive uma lição de humildade e gratidão à Deus que nunca vou esquecer. Achávamos que íamos domar aquela montanha sem maiores problemas, e dançamos. Também aprendi que sou capaz de fazer coisas que eu não me julgava capaz de fazer, como por exemplo caminhar tanto carregando tanto peso, ou escalar rochas como escalei, ou mesmo soltar um barro no mato. Foi uma experiência, no final das contas, bastante positiva!

Se vamos voltar lá algum dia? O grupo provavelmente irá, mas quanto a mim, pelo menos agora, no calor do momento, posso afirmar que para lá não pretendo voltar, ao menos não tão cedo, e muito menos a pé como fomos. Para outros lugares menos complicados e distantes, até posso ir, mas para lá, novamente, tenho dúvidas.

Lições práticas que tirei lá de cima:

1 - NUNCA SE SEPARE DO GRUPO, SE UM NÃO CONSEGUE IR POR UM CAMINHO, O GRUPO DEVE PROCURAR OUTRO MAIS FÁCIL
2 - NUNCA ABANDONE SUA MOCHILA, SE VOCÊ SE PERDER AO MENOS TERÁ O QUE COMER, BEBER E VESTIR POR UM TEMPO E CONSEGUIR SAIR DA ENRRASCADA

19 de abril de 2005

ACAMPAMENTO

A viagem está chegando! Marins-Itaguaré será uma travessia/caminhada das boas, vai ser uma aventura e tanto. A previsão do tempo para a região pode ser observada AQUI. Infelizmente há previsão de chuva na quinta e na sexta-feiras, mas o pessoal está determinado em ir assim mesmo, e vamos encarar então. Acampar com chuva é coisa de homem mesmo... ^_^

Amanhã vou montar a mochila e ir para a casa da minha noiva, e quinta de manhã bem cedo ela vai me levar pára a rodoviária, aonde o grupo vai se encontrar.

Um detalhe ruim é que até agora a minha mochila está com um peso estimado de 22Kg, e vou ter que cortar algum peso. A meta seria manter uns 19Kg, ou seja, tenho que dar um jeito de cortar uns 3Kg, mas cortar o que é que é complicado.

Bem, finalizando, estamos todos no grupo muito animados com esta viagem. Existe a possibilidade da gente se perder, mas é considerada baixa. Caso isso ocorra, já deixamos o croqui do nosso percurso com a namorada do Ricardo, e caso a gente não dê sinal de vida até domingo de noitinha, é para mandarem uma equipe de resgate atrás da gente. É bom prevenir, não é mesmo?

Quanto a cobras e aranhas, espero não topar com nenhuma por lá.

Espero voltar inteiro e com várias fotos e histórias desta aventura.

15 de abril de 2005

NOVO LAY-OUT E TRAVESSIA ITAGUARÉ-MARINS

O novo lay-out do blog, baseado nos desenhos da aventura coreana Ragnarok on-line, estréia. Espero que isso torne a navegação pelo blog mais prazerosa.

Este lay-out tem todo um significado para mim. Pretendo que ele me lembre de algumas coisas importantes toda vez que eu voltar aqui, e quem sabe, que você também possa se lembrar destas coisas ao visitar o 4UGOD. O significado está no texto mais abaixo, à esquerda. Significa, básicamente, que a salvação de Jesus é uma cidade fortificada, aonde estou completa e totalmente seguro. A figura do arqueiro representa a mim mesmo.

Além do lay-out novo, de novidade mesmo só a viajem que está programada para o próximo feriado, dia 21. Vamos tentar realizar a conhecida travessia Itaguaré-Marins, em MG, na Serra da Mantiqueira. Serão 5 horas de ônibus até o local, depois mais 3 dias de caminhada completamente distante da civilização (e eu espero que consigamos evitar as escaladas perigosas).

Só Deus sabe o que se passa na minha cabeça e no quanto estou precisando de uma viajem dessas. Três anos sem férias é algo muito ruim, e mesmo que as minhas estejam próximas de vencer (o plano é tirar férias em julho) eu não estou me aguentando mais, e esta viajem promete ser uma ótima válvula de escape para mim. Tudo bem que vai ser arriscado, mas é um risco calculado. Coloco minha segurança nas mãos do Senhor, por que lá vamos topar com muito frio e inclinações, e eu ainda por cima vou estar usando uma mochila enorme. Tudo muito distante da civilização. Espero que eu não me machuque ou coisa pior. Acima tem uma foto do nascer do Sol em um dos pontos mais altos da trila, no pico de Marins, a mais de 2.000m de altitude.

Uma pena que minha noiva não possa e nem queira ir. Vou sentir saudades dela. Mas se eu mesmo estou tendo ressalvas quanto a esta viajem, fico imaginando ela então.