Quando você ouviu algumas pessoas falarem que vivemos em uma Matrix de verdade, mas totalmente diferente daquela apresentada no filme de mesmo nome, é nas teorias de física quântica abordadas neste documentário a que se referem.
O filme em si trás mensagens básicas que eu já conhecia e com as quais concordava e concordo totalmente. Você é responsável pela construção da sua própria realidade por meio de seus atos e escolhas. E muitos dos seus atos e escolhas são tomados de forma viciada, sem pensar, sem interação, praticamente por condicionamento, reflexo ou reação.
Quebrar seu condicionamento e construir sua realidade diária suplantando seus vícios é o que o filme propõe. Simplesmente ele alega aquilo que eu sempre defendi: questionar, pensar e tirar conclusões livre de pré-conceitos, com domínio próprio e por que não, sabedoria.
É verdade que o filme fala muitas besteiras sobre Deus. Recheado de cientistas extremamente gabaritados (dentre filósofos, teólogos, físicos e neurologistas) seria estranho não ouvir idéias consideradas besteira para os cristãos. Então, faça como eu: simplesmente ignore-as.
Mas na maioria, a idéia do filme é muito aproveitável, e não foge muito da mensagem que o próprio Jesus já pregava. Ele mesmo propôs uma grande mudança de paradigma para a humanidade, que no fundo, não é muito diferente daquela apresentada pela física quântica. Você é responsável por suas escolhas. Elas constroem sua realidade, da mesma forma que suas escolhas o levam para perto ou para longe de Deus. O que é o livre arbítrio se não isso?
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