31 de julho de 2007
CASADOS
16 de julho de 2007
E NÃO É QUE REALMENTE ACONTECEU?
Foi no sábado, dia 14 de julho de 2007, 10h00m. Um dia movimentado como eu não estou acostumado a ter. Mas agitado como se devia esperar. Não fiquei nervoso porque, na minha concepção pessoal, eu já me sentia casado com a Cris a mais de 3 anos, emocionalmente falando.
De noite fomos com dois casais de amigos (um deles o Ricardo e a Bel, que foram meus padrinhos do civil) no Friday´s, e antes fiz algumas compras especiais para a Lua de Mel... se é que você me entende...
Foi muito divertido e saboroso, comer “bolinho de macain” no Friday´s é sempre uma delicia, ainda mais conversando tão animadamente e dando boas risadas. Para encerrar a noite fomos assistir ao espetáculo dos Barbixas, que passaram no Friday´s pessoalmente convidando o pessoal para a ultima apresentação deles em Campinas. Eles são muito engraçados!
Foi uma noite muito legal. Foi um dia muito legal. Gastei bastante, é verdade. Mas foi meu casamento, ora bolas!
Neste sábado é que será o religioso, e ai estarei, sob os olhos de todos, realmente casado. Meus desejos são para que Deus esteja presente conosco todos os instantes (que nosso casamento fortaleça nosso relacionamento com Deus por meio de Cristo), que possamos superar as diferenças e problemas, e que possamos, acima de tudo, nos amar e respeitar, sempre buscando um dar felicidade ao outro.
Foi uma noite muito legal. Foi um dia muito legal. Gastei bastante, é verdade. Mas foi meu casamento, ora bolas!
Neste sábado é que será o religioso, e ai estarei, sob os olhos de todos, realmente casado. Meus desejos são para que Deus esteja presente conosco todos os instantes (que nosso casamento fortaleça nosso relacionamento com Deus por meio de Cristo), que possamos superar as diferenças e problemas, e que possamos, acima de tudo, nos amar e respeitar, sempre buscando um dar felicidade ao outro.
10 de julho de 2007
O TREKKING DA VIDA
Este momento é estranho para mim. É como a maioria dos homens nesta situação se sente: “estou andando pelo gume da navalha tentando não me cortar”. Ou então “me sinto com a corda no pescoço”.
Sem balelas, não posso dizer que este momento não é de felicidade e de realização pessoal. Eu sempre quis isso, ora bolas! Desde pequeno eu associava a minha maturidade com 3 coisas: morar em um lugar meu, ter uma profissão e um emprego que me dessem um mínimo de independência financeira e... me casar!
Com quase 30 anos nas costas acho que chego a este momento da maneira mais serena, madura e amparada possível. O caminho até aqui foi longo, tortuoso e muito acidentado em certos momentos... durante estes mais de 6 anos juntos vagando por estas estradas, as vezes paramos de andar e acampamos por longos invernos na beira do caminho. Mas o inverno sempre dá lugar à primavera e então conseguimos desmontar o acampamento e continuar o trekking da vida.
Não é segredo para ninguém que, em se falando de temperamento, eu e a Cris somos tão parecidos quando ouro e chumbo. Mas nos completamos em muitas áreas, gostamos de muitas coisas em comum (muitas mesmo) e temos certeza de que é um com o outro que queremos ficar, mesmo com aqueles momentos de briga, de conflito e de “azedume” (normalmente da minha parte).
Momentos estes, aliás, dolorosos, mas superados. Momentos estes de incerteza, dúvida e medo. Mas que não foram capazes de quebrar nosso relacionamento. Pelo contrário! Temperam-no como a forja tempera o ferro com carbono, fazendo dele aço: e o que é a forja se não as dificuldades, felicidades e vivências do mundo, e o carbono se não o Espírito Santo de Deus que, misturado a nós, torna esta liga mais resistente do que antes?
O casamento é uma aposta, de certo modo. Mas como bom apostador, calculo o risco para saber se vale a pena. E neste caso, sei que vale. Se tenho medo, é das incertezas das quais, pensando bem, o simples fato de não me casar de nada me protegeria.
Minha esperança, portanto, é depositada não só agora mas já há tempos em Jesus. De forma que humildemente mantenho minha fé posta na esperança de que Deus tenha misericórdia de mim (mesmo sabendo que não mereço).
Espero que tal misericórdia seja manifesta da maneira que Deus sabe ser a mais correta: me poupando do juízo no dia da minha morte, me levando para vida eterna. E que ele me dê forças para de uma vez por todas aplicar totalmente o ensinamento de buscar primeiro o reino de Deus, pois assim sendo, todas as outras coisas nos serão adicionadas.
Espero de Deus o sustento. Não só financeiramente (me permitindo ser um profissional competente, honesto, preparado e com emprego), mas também moral, de forma a ser exemplo.
Espero também sustento espiritual, para cumprir com a vontade de Deus em tudo o que eu fizer.
Espero sustento intelectual, para ser sábio e ponderado de modo a tomar decisões e fazer escolhas corretas e sábias daqui para frente.
Espero também sustento psicológico, para lidar com as dificuldades e responsabilidades que assumo daqui para frente (já que agora serei chefe do meu lar).
E, por ultimo, espero sustento emocional, para ser um marido e um pai (se assim tiver que ser) amoroso, que saiba se alegrar nas alegrias, que não se afogue nas tristezas e que saiba como e quando ser rígido e afiado como uma espada, mas que também saiba como e quando ser flexível como o bambu verde diante do vento.
1 de julho de 2007
SÓ COISA BOA
Ele teve algumas complicações (nasceu de 8 meses) e ainda está na UTI pré-natal, mas já no primeiro dia teve uma grande melhora e tudo indica que logo ele sairá de lá. Com mais de 3kg e 47cm, ele é forte como um touro, mas ainda tem que ficar sob monitoração por segurança.
Não tenho dúvidas de que o "Tales-chan" logo logo vai estar ai correndo de um lado para o outro deixando todo mundo maluco de alegria.
Já da kitnet, eu e a Cris fomos novamente neste sábado limpar outra parte do lugar: está imundo! Ainda falta o quarto, que está muito empoeirado, mas nesta semana acho que terminamos.Nossa, falta tão pouco! Duas semanas para o casamento civil, e 3 para o religioso!
Graças à Deus pela vida do Tales, e graças à Deus por meu casamento e pele sustento que o Senhor tem nos dado. Não merecemos todas estas graças, mas Te louvo ainda mais porque Tu assim mesmo as dá.
15 de junho de 2007
DIRIGIR PRA QUE?
Quem me conhece sabe que eu não dirijo. Tenho carteira há anos, mas não pego um volante nem que me paguem. Detesto trocar marchas e lidar com trânsito, sinto até medo. Eu não tenho prazer em guiar, mas tenho prazer em ir rapidamente de um lugar a outro, com segurança e conforto. Então eu sempre tive fascinação por aqueles filmes de ficção científica que mostravam as pessoas andando em carros sem que ninguém os estivesse guiando.
A idéia de trafego automatizado parece não ser apenas o futuro da aviação mundial, mas também dos veículos. Pensava que para isso seria preciso um enorme sistema de controle wireless que tomasse as decisões de cada unidade de modo a manter o todo em estado de homeostase. Mas as vezes soluções mais simples são melhores...
Acabo de tomar conhecimento do DARPA Urban Challenge, uma prova estilo rally criada e mantida pela Agência de Pesquisas e Projetos Avançados do Departamento de Defesa Norte-Americano. O detalhe é que ninguém dirige estes carros. Parece coisa de ficção científica, mas não é. São carros robôs que tomam decisões independentemente. Alimentados com informações de leis de transito, eles conseguem parar em um semáforo vermelho, diminuir na lombada, parar para um pedestre atravessar a rua, desviar de obstáculos e todo o resto que uma pessoa faz.
Não são carros especiais mas sim carros comuns transformados em robôs. Só falta mudar de forma para ser um Transformer, que aliás, parece que vai ser o filme que mais vai me empolgar este ano, já que Homem-Aranha 3 não me agradou muito.
É claro que a NSA está financiando o projeto para criar veículos militares autômatos para zonas de conflito perigosas (instalar minas, recolher feridos, levar suprimentos, etc) mas a tecnologia acabará chegando às ruas mais cedo ou mais tarde. É fato que dirigir não é algo seguro, dada a quantidade de mortes no mundo inteiro (mais de 1 milhão todos os anos).
O site do DARPA URBAN CHALLENGE pode ser acessado em http://www.darpa.mil/grandchallenge/index.asp
4 de junho de 2007
A METÁFORA DE ROCKY BALBOA
Rocky Balboa trazendo seu filho de volta à realidade em "Rocky Balboa".
Muitas pessoas acham que Rocky Balboa é um filme ridículo em que Silvester Stallone tenta ganhar mais dinheiro tentando forçar a barra mesmo velho como está, e nem se dão ao trabalho de assisti-lo. Mas quem não vê o filme, perde uma história e tanto. Compartilho da opinião de algumas pessoas, que acham que este é um dos melhores filmes de 2006 e um dos melhores da carreira do ator, sendo tão bom quanto "Rocky: Um lutador", o primeiro filme da franquia. Principalmente porque este ultimo filme, por mais estranho que possa parecer, não trata de boxe.
Analogias e metáforas são recursos que muitas pessoas usam para contar histórias de maneira mais efetivas e profundas, pois quando uma pessoa entende a metáfora, aquilo tem um impacto maior nela do que se a história fosse mais explícita. Ao mesmo tempo, poucas histórias sabem usar metáforas de maneira adequada. "Rocky Balboa" soube utilizá-las maravilhosamente bem. Como conclusão da história de um dos maiores personagens da história do cinema, pode-se dizer que fechou com chave de ouro. Rocky nunca foi um boxeador. Rocky foi e é uma metáfora sobre a vida.
Rocky está velho. Tem um restaurante e uma vida um tanto quanto triste. Sua esposa está morta (ela sempre teve a saúde frágil, se você se lembra) e seu filho não lhe dá atenção. No aniversário de sua esposa, ele visita seu túmulo, e junto com Polly (seu cunhado e "estorvo humano") percorre as ruas da cidade indo aos lugares aonde teve os momentos mais importantes de sua vida com sua esposa. É uma volta ao passado, e então se percebe no quanto Rocky está solitário, triste, saudosista e... furioso. Furioso consigo mesmo, com sua vida, e com o fato de ter se deixado viver naqueles últimos anos sem ser quem ele de fato era: um lutador.
Muitas coisas acontecem no filme. Mas fica claro o mesmo arco que se viu em todos os filmes da série: Rocky poderia ser um cavaleiro do zodíaco tamanha a sua capacidade de resistir e lutar. Não importa a dificuldade (física, emocional ou espiritual). Não importa a força com que lhe batem. "O que importa é quanto você consegue aguentar e continuar em frente"... e ele se levanta e luta, sempre, em todas as circunstâncias. Dentro do ringue, com seus amigos, com sua família. Não importa a idade. Nem a dor. Nem a vergonha. Nem o medo. Nem a solidão. O que importa é quanto você aguenta estas pancadas que a vida te dá sem se entregar.
Fiquei com a sensação de que aquelas palavras eram para mim. Reclamando de tudo. Lamentando. Procurando culpados e razões. Caindo de joelhos após tantas pancadas, como muitos de nós caímos. Nem todos tem a mesma força, nem todos tem a mesma resistência. Mas se eu quero ser alguém para mim mesmo e para os que me importam, se eu quero viver, se eu quero amar, e ser feliz e tudo o mais, eu tenho que me levantar. Mesmo porque minha esperança habita em Deus, e nEle tudo posso e tudo suporto.
Para muitas pessoas, pode parecer filosofia barata e simplista. Mas as vezes as palavras de um personagem de filmes que acha que a Jamaica fica na Europa podem ser mais profundas que as de um filósofo real. Quem nunca foi espancado pela vida sem dó nem piedade (desemprego, doenças, relacionamentos ruins, mortes, violência)? Quem nunca ficou de joelhos diante dela e se viu no fio da navalha entre ficar caído (se entregar às drogas, se matar, ficar em um estado de tristeza profunda indefinidamente) e se levantar e seguir em frente?
Eu já fiz comentários uma vez sobre "O Último Samurai" com Tom Cruise. No meu entendimento ambos os filmes falam exatamente sobre a mesma coisa. Não importa que um fale sobre um militar da guerra civil americana que luta ao lado de samurais ou sobre um boxeador de 50 anos que resolve aceitar uma luta contra o campeão mundial. Ambos são metáforas sobre a vida, suas dificuldades e como lidar com elas.
É claro que perseverança apenas não resolve, e ela por si só pode acabar se tornando meramente teimosia. Mas sem ela, nada se consegue nesta vida.
14 de maio de 2007
É TUDO FARINHA DO MESMO SACO
Comparados à Telefônica eram muito melhores com certeza, e o serviço funcionou muito bem por um certo tempo. Mas passados alguns meses, eis que começou uma constante falta de qualidade tanto no serviço quanto no atendimento.
Depois, com o andar da carruagem, posso falar sobre outro caso que tem me tirado do sério, mas eu tenho achado que as pessoas imaginam que está escrito "trouxa" na minha testa. Nunca tantas empresas tentaram me passar para trás antes, creio que porque eu nunca as havia contratado, afinal vou me casar em breve e só agora estou tendo que lidar com esta sujeira toda.
A NET é muito esperta. Vende um produto com poder de marketing sedutor, mantém a qualidade do mesmo por um certo tempo e depois deixa a coisa descambar. Juro que eu queria saber se isso acontece com outras pessoas, porque se acontece, eu acho que é o caso do MP lacrar a empresa, por manter como linha de ação comum tratar seus clientes como lixo.
O que vem ocorrendo é que já faz um bom tempo que o sinal da NET lá em casa passa por momentos de perda de qualidade gritantes, que ocorrem sem nenhum aviso prévio ou causa aparente (como por exemplo ventania ou chuva). A imagem consegue ficar pior do que se eu estivesse usando um fio de cobre e uma palha de aço da ponta. E junto com isso, o serviço do Virtua sai do ar. Ontem mesmo, dia 14/05/2007, o sinal do virtua ficou fora a partir das 18h00m e simplesmente não voltou. E a qualidade da imagem de TV ficou péssima.
Ai você até pode me perguntar porque eu não ligo para a NET, não é mesmo? Bom, se você conseguir falar com algum atendente de lá, por gentileza peça que ele me ligue, porque eu NUNCA consegui falar com alguém lá pela central de atendimento. Simplesmente não atendem. Caio naquele menu inicial, informo o código de assinante, entro com a opção desejada, a ligação é transferida para um ramal, chama duas vezes e então a ligação simplesmente cai ou entra em uma fila de espera que, depois de alguns minutos, cancela a ligação.
Meu pai conseguiu falar com eles uma ou duas vezes. Mas a solução que deram para o problema foi temporária (e quando eu falo temporária não quero dizer questão de dias ou horas, mas sim minutos depois de se desligar o telefone).
Se eu escrevo um e-mail metendo a boca e exigindo uma satisfação, eles me dizem que não há histórico de reclamações minhas pela central de atendimento e que eu devo falar com eles por lá para exigir algo. Muito bom, não é mesmo? É que nem aquela história do Dilbert, que vai no suporte técnico pedir para arrumarem o e-mail dele porque não funciona, e o cara do suporte fala que só pode arrumar o e-mail depois que ele lhe enviar um e-mail solicitando o serviço. Como ele mandaria um e-mail se o email não funciona? Eu nem posso exigir desconto pelo tempo que eles estiveram fora do ar, porque isso nunca é comprovado.
No final das contas eu cheguei à conclusão que a NET gosta de tratar seus clientes muito mal. Não só a NET, mas 99% das empresas prestadoras de serviço deste país. Nada tira da minha cabeça que o problema todo é sobrecarga da rede deles, a qual eles não expandiram e adequaram após angariar milhares de novos assinantes. Exatamente o problema que me fez largar da Telefônica e do Speedy.
Minha recomendação portanto fica alterada: não contrate a NET sob hipótese alguma. Quando funciona o Virtua realmente é rápido, mas é frustrante quando você quer usar um serviço pelo qual paga caro e quando quer saber o que está acontecendo ou ter uma previsão de retorno, nem sequer lhe dão satisfação.
Fique com a Internet discada. É lenta, mas quase nunca sai do ar e no geral é bem mais barata. Se não for um download-maníaco como eu, nem pense em assinar serviços de banda larga (muito menos Virtua e Speedy): é dor de cabeça e desperdício de dinheiro.










