29 de dezembro de 2014
RETORNO AO PANTOPRAZOL
Há algumas semanas escrevi sobre minha tentativa de substituir a medicação Pantoprazol, que tomo a quase 5 anos, por limão, aqui e aqui.
Após insistir por quase 3 semanas no suco puro de limão, tive que desistir por apresentar uma azia constante que piorava com qualquer alimento, mesmo aqueles extremamente leves como leite de soja e saladas.
A queimação na boca do estômago era constante, dormia com ela, acordava com ela... enfim, estava me deixando com dor de cabeça e muita irritação.
Mas de qualquer forma não voltei ao estado em que eu estava antes. No início do meu tratamento eu tomei pantoprazol de 40mg por alguns meses e a anos tomava o de 20mg. Nesta retomada, no primeiro dia tomei um comprimido inteiro, mas depois do segundo dia em diante passei a tomar metade de um, ou seja, 10mg.
Já estou no 5º dia de retomada, e nenhuma azia, nenhum problema até aqui. Então, se não consegui suspender a medicação, pelo menos a diminui pela metade, o que já é algo a se comemorar. Imagino que a acidez não decaia tanto e que a absorção e nutrientes não seja tão comprometida. De qualquer forma, planejo voltar ao gastroenterologista em março para reavaliar o tratamento.
Se o limão funciona mesmo ou não, eu não sei. Para mim parecia que ia funcionar mas nos últimos dias ficou claro que não estava dando em anda, e que os resultados inicialmente promissores morreram na praia, ou porque realmente não funcionavam (placebo) ou porque minha gastrite é de fundo nervoso e o limão não resolve uma acidez tão intensa quando a produzida pela ansiedade e nervosismo.
18 de dezembro de 2014
MAIS SOBRE O ABANDONO DO PANTOPRAZOL
Quando eu falei que estava abandonando o pantoprazol há cerca de uma semana, não sabia que já no mesmo dia teria outra crise de azia, e pelo menos mais uma dias depois. O consumo do limão ajuda bastante, mas não é a solução mágica. Não há solução mágica. O que há é uma série de mudanças que juntas, resolvem o problema. É isso que tenho buscado.
A mudança da alimentação é um dos fatores mais importantes. Nos dias em que tive azia foi quando comi coisas que não devia ter comido em quantidades indevidas. Coisas simples como panquecas de carne, ou até mesmo beber suco durante a refeição pioram minha situação. Daí que comer mais verduras cruas e vegetais, carnes magras e evitar beber durante as refeições é o básico a se fazer quando se deseja parar com a medicação, além de evitar comer e se deitar em seguida. Não faz sentido pensar que vai poder continuar a comer o que quiser, quando quiser, e se manter sem problemas com a gastrite.
Outro fator que percebi que dificulta muito o processo é que minha gastrite é, acima de tudo, nervosa. Aos finais de semana dificilmente tenho uma crise, mas durante a semana, principalmente naqueles dias em que algum problema mais estressa e abala, é quando a crise vêm e eu acabo sendo obrigado a recorrer a um antiácido pontual.
O fato de ser nervosa é tão obvio que mesmo quando como algo mais pesado no jantar (ontem eu tive que comer rápido então fomos a um Burguer King), pelo fato de ir para casa e relaxar já evita que a azia surja na maioria das vezes.
Ainda tenho que voltar a me consultar com um médico gastrointestinal, mas por enquanto o limão e a calma ainda são o melhor remédio.
12 de dezembro de 2014
ABANDONANDO O PANTOPRAZOL
ATUALIZAÇÃO: INFELIZMENTE ISSO NÃO FUNCIONOU, LEIA AQUI.
Já faz 4 meses que não posto nada. Muita coisa aconteceu nesse período, muitas mudanças de vida, e na correria nunca sobra um tempo para escrever.
Já faz 4 meses que não posto nada. Muita coisa aconteceu nesse período, muitas mudanças de vida, e na correria nunca sobra um tempo para escrever.
Bem, uma das mudanças é com relação a minha recente tentativa de abandonar o uso da medicação chamada pantoprazol, que tem efeito similar ao omeprazol, atuando no aumento do p.h. do estômago diminuindo sua acidez excessiva que causa refluxo gastroesofágico.
Apesar de tomar a dosagem mínima de 20mg diárias e de ter tido informações sobre a segurança da medicação (de fato, esses anos todos gastrite não foi um problema para mim e não tive nenhum efeito colateral) eu já o usava a 5 anos (desde quando tive uma incrível dor no tórax que acabou sendo diagnosticada como refluxo) e após ler artigos que indicam o perigo do uso prolongado de antiácidos (por mais de 2 anos, como no meu caso), eu decidi tentar parar de tomar.
Na verdade minha nutricionista já havia me falado sobre a necessidade de suspender a medicação devido a esse risco muito antes desses artigos começarem a surgir. O fato do p.h. natural do estômago ser mudado com tal medicação impede que a digestão e absorção de vários nutrientes ocorra adequadamente, com destaque para alguns mais importantes como cálcio e vitamina B12.
Mas o fato é que sem a medicação, a gastrite volta. Estresse (que nestes últimos meses tem sido intensos), ansiedade, alimentação inadequada e sedentarismo ajudam, mas o fato é que desde criança eu tenho esse problema, que era tratado de forma totalmente caseira com leite de magnésia e sal de fruta.
Comecei a pesquisar sobre opções da medicina natural e me deparei com o limão, por mais estranho que isso possa parecer a princípio. Como o limão, que é ácido, pode ajudar a diminuir a acidez? As repostas encontrei no site Doce Limão.
Descobrir que o limão, apesar de ácido, desempenha forte efeito alcalinizante no estômago me deixou surpreso. Funcionando como uma espécie de omeprazol natural, o limão tem inúmeras outras vantagens, sendo a vitamina C a mais conhecida, mas atuando também como um poderoso desintoxicador do organismo.
Depois de ler os depoimentos a respeito do uso do limão contra a gastrite e azia, me animei a começar um teste. Após ler mais alguns artigos, me convenci de que deveria tentar a substituição do pantoprazol pelo limão de forma sistemática, contínua e moderada.
Assim, há duas semanas parei de tomar pantoprazol e comecei a tomar o limão. O suco de um limão inteiro espremido logo pela manhã, em jejum (puro, sem água, açúcar, mel ou adoçante) e um repeteco dessa mesma dose a noite, antes do jantar. De preferência 30 minutos antes de comer ou beber qualquer coisa.
Fiz isso acompanhado de mudanças significativas de alimentação, procurando comer mais verduras e vegetais crús (vivos, como a autora do site cita) e não beber mais durante as refeições (principalmente bebidas adoçadas e carbonadas). Diminuir as doses de café também estavam no pacote. O restante não era um problema para mim (não fumo e consumo pouco álcool), mas sair do sedentarismo ainda é difícil devido a outros problemas. Mas manter a alimentação "na linha" é algo difícil para mim. Ontem mesmo quase fraquejei e comi uma pizza. Consegui optar por um lanche natural cheio de alface e rúcula.
Os resultados do teste foram os seguintes até aqui:
Apesar de tomar a dosagem mínima de 20mg diárias e de ter tido informações sobre a segurança da medicação (de fato, esses anos todos gastrite não foi um problema para mim e não tive nenhum efeito colateral) eu já o usava a 5 anos (desde quando tive uma incrível dor no tórax que acabou sendo diagnosticada como refluxo) e após ler artigos que indicam o perigo do uso prolongado de antiácidos (por mais de 2 anos, como no meu caso), eu decidi tentar parar de tomar.
Na verdade minha nutricionista já havia me falado sobre a necessidade de suspender a medicação devido a esse risco muito antes desses artigos começarem a surgir. O fato do p.h. natural do estômago ser mudado com tal medicação impede que a digestão e absorção de vários nutrientes ocorra adequadamente, com destaque para alguns mais importantes como cálcio e vitamina B12.
Mas o fato é que sem a medicação, a gastrite volta. Estresse (que nestes últimos meses tem sido intensos), ansiedade, alimentação inadequada e sedentarismo ajudam, mas o fato é que desde criança eu tenho esse problema, que era tratado de forma totalmente caseira com leite de magnésia e sal de fruta.
Comecei a pesquisar sobre opções da medicina natural e me deparei com o limão, por mais estranho que isso possa parecer a princípio. Como o limão, que é ácido, pode ajudar a diminuir a acidez? As repostas encontrei no site Doce Limão.
Descobrir que o limão, apesar de ácido, desempenha forte efeito alcalinizante no estômago me deixou surpreso. Funcionando como uma espécie de omeprazol natural, o limão tem inúmeras outras vantagens, sendo a vitamina C a mais conhecida, mas atuando também como um poderoso desintoxicador do organismo.
Depois de ler os depoimentos a respeito do uso do limão contra a gastrite e azia, me animei a começar um teste. Após ler mais alguns artigos, me convenci de que deveria tentar a substituição do pantoprazol pelo limão de forma sistemática, contínua e moderada.
Assim, há duas semanas parei de tomar pantoprazol e comecei a tomar o limão. O suco de um limão inteiro espremido logo pela manhã, em jejum (puro, sem água, açúcar, mel ou adoçante) e um repeteco dessa mesma dose a noite, antes do jantar. De preferência 30 minutos antes de comer ou beber qualquer coisa.
Fiz isso acompanhado de mudanças significativas de alimentação, procurando comer mais verduras e vegetais crús (vivos, como a autora do site cita) e não beber mais durante as refeições (principalmente bebidas adoçadas e carbonadas). Diminuir as doses de café também estavam no pacote. O restante não era um problema para mim (não fumo e consumo pouco álcool), mas sair do sedentarismo ainda é difícil devido a outros problemas. Mas manter a alimentação "na linha" é algo difícil para mim. Ontem mesmo quase fraquejei e comi uma pizza. Consegui optar por um lanche natural cheio de alface e rúcula.
Os resultados do teste foram os seguintes até aqui:
- No primeiro dia não senti absolutamente nenhum aumento da acidez.
- No segundo e terceiro dias, tive um pouco de azia. Mas depois descobri que isso ocorreu porque, ao parar com o pantoprazol, o organismo teve um efeito rebote. Enquanto se toma a medicação o organismo entende que há uma supressão da acidez e isso o obriga a produzir um nível maior de ácido estomacal na tentativa de manter a acidez adequada. Quando se tira o remédio a acidez elevada continua por um tempo até que o organismo entenda que não tem mais nada suprimindo. Ai os níveis de acidez se normalizam novamente após algum tempo. Por isso que a retirada do pantoprazol (ou omeprazol) devem ser feitas aos poucos e sob orientação médica.
- Do quarto dia em seguida as coisas melhoraram, pois foi um final de semana onde dormi muito e descansei bastante, e onde passei 2 dias comendo apenas peixe fresco e comendo salada e frutas (evitando aquelas coisas que o site indicava como ruins para a acidez, como cebola e tomate).
Atualmente estou indo para a 3ª semana de limão. Apesar de ser inicialmente incômodo o sabor (acaba-se acostumando) e ter que bochechar com água após a ingestão (para impedir que o ácido do limão ataque o esmalte dos dentes), a experiência está sendo muito boa. A qualidade da saúde se mantém e o fantasma de enfrentar uma desnutrição silenciosa sumiu e agora sei que agora meu organismo vai absorver os nutrientes com eficiência. A vitamina C diária será um reforço positivo para o sistema imune, e o valor que gasto semanalmente com limões, na ponta do lápis, é bem inferior ao do pantoprazol. A digestão melhorou, e associada a mudança que já havia feito anos atrás de comer bem cedo e deitar apenas umas 3 ou 4 horas depois de me alimentar, continuo sem nenhum episódio de refluxo noturno.
Não me arrisquei a fazer o tratamento de desintoxicação com limão que compreende a ingestão progressiva de sucos de limão inteiros (com casca e tudo) chegando a tomar 10 frutos por dia. Acho isso radical demais. Além disso meu foco não é a desintoxicação em si, mas sim controlar a gastrite, e para isso 2 limões por dia parecem ser o suficiente.
Se você busca uma alternativa natural ao omeprazol e pantoprazol, o limão pode ser sua opção. Leia os artigos do site Doce Limão e se tiver disposição consulte um médico ayurvédico para lhe orientar adequadamente.
E que Deus o abençoe a todos nós com uma melhora de saúde!
12 de agosto de 2014
A IMPORTÂNCIA DO EXEMPLO DA LIDERANÇA
A história do Bezerro de Ouro narrada no livro de Êxodo é bem conhecida: Moisés estava no monte com Deus por muito tempo, e o povo (carregado de costumes pagãos adquiridos durante seus anos de escravidão no Egito) não teve fé em Deus sem seu escolhido para liderá-los. Pedem então a Arão:
"O povo, ao ver que Moisés demorava a descer do monte, juntou-se ao redor de Arão e lhe disse: "Venha, faça para nós deuses que nos conduzam, pois a esse Moisés, o homem que nos tirou do Egito, não sabemos o que lhe aconteceu"." - Êxodo 32:1
A liderança estava naquele momento nas mãos de Arão, eleito como o 1º sacerdote do Deus Altíssimo. E esta liderança foi fraca, pois deu vazão ao pecado do povo, e entregou a eles exatamente o que desejavam: um ídolo.
As consequências desse ato são conhecidas e culminaram com o exílio de 40 anos no deserto. Isso porque Moisés pediu misericórdia a Deus pelo povo, pois o desejo do Senhor era acabar com todos ali naquele momento, tamanha sua transgressão em negar um Deus que havia se manifestado a favor deles de inúmeras formas, muitas sobrenaturais e incontestáveis.
Mas isso não acabou por ai.
Em minhas leituras dos lívros de 1 e 2 Reis, noto a quantidade de reis de Judá ou Israel que o autor introduz como "Ele pecou muito contra Deus e levou o povo a cometer pecados piores do que antes".
A liderança, representada neste livro na figura do rei, é EXEMPLO. Assim como Arão deixou o povo pecar (ele poderia ter repreendido a todos, mas não o fez) estes reis fizeram o mesmo, não apenas dando vazão aos desejos populares que iam contra o Senhor, mas ele próprio cometendo pecados, praticando adoração a ídolos, fomentando o culto a deuses pagãos, profanando o Templo e muito mais, tudo aos olhos de todo o povo. Demonstravam assim ao povo o que ele acreditava, e indiretamente fazia disso um convite a própria prática do pecado.
É obvio que as pessoas conscientes não são levadas pelos exemplos ruins dos líderes (ou nos dias atuais até mesmo de celebridades, ou seja, de pessoas que exercem alguma influência nas massas). Pessoas conscientes não são facilmente influenciadas, e sabem discernir entre o certo e o errado tendo a palavra de Deus como referência.
Mas as massas tem vida própria, e a degradação moral acompanha aquilo que é difundido na mídia, que em ultima instância é o canal de influência pela qual os atuais "reis" demonstram seus exemplos e propagam suas filosofias e ideologias. Opiniões divergentes que tentam amenizar ou anular conhecimentos prévios sobre a vontade de Deus são uma constante, e visam apenas nos levar para longe do Senhor, pois tais práticas e ideologias partem do pressuposto de que Deus não existe, portanto não existe pecado, então como a máxima esotérica diz, "faz o que tu queres, pois é tudo da lei". E assim o povo peca.
Saber observar com consciência seu líder (ou a pessoa que exerce alguma influencia sobre você), e até mesmo escolhê-lo (já que vivemos em um regime democrático) é fundamental. Somos humanos e como tal, altamente influenciáveis.
Sejamos influenciados por Jesus, portanto.
As consequências desse ato são conhecidas e culminaram com o exílio de 40 anos no deserto. Isso porque Moisés pediu misericórdia a Deus pelo povo, pois o desejo do Senhor era acabar com todos ali naquele momento, tamanha sua transgressão em negar um Deus que havia se manifestado a favor deles de inúmeras formas, muitas sobrenaturais e incontestáveis.
Mas isso não acabou por ai.
Em minhas leituras dos lívros de 1 e 2 Reis, noto a quantidade de reis de Judá ou Israel que o autor introduz como "Ele pecou muito contra Deus e levou o povo a cometer pecados piores do que antes".
A liderança, representada neste livro na figura do rei, é EXEMPLO. Assim como Arão deixou o povo pecar (ele poderia ter repreendido a todos, mas não o fez) estes reis fizeram o mesmo, não apenas dando vazão aos desejos populares que iam contra o Senhor, mas ele próprio cometendo pecados, praticando adoração a ídolos, fomentando o culto a deuses pagãos, profanando o Templo e muito mais, tudo aos olhos de todo o povo. Demonstravam assim ao povo o que ele acreditava, e indiretamente fazia disso um convite a própria prática do pecado.
É obvio que as pessoas conscientes não são levadas pelos exemplos ruins dos líderes (ou nos dias atuais até mesmo de celebridades, ou seja, de pessoas que exercem alguma influência nas massas). Pessoas conscientes não são facilmente influenciadas, e sabem discernir entre o certo e o errado tendo a palavra de Deus como referência.
Mas as massas tem vida própria, e a degradação moral acompanha aquilo que é difundido na mídia, que em ultima instância é o canal de influência pela qual os atuais "reis" demonstram seus exemplos e propagam suas filosofias e ideologias. Opiniões divergentes que tentam amenizar ou anular conhecimentos prévios sobre a vontade de Deus são uma constante, e visam apenas nos levar para longe do Senhor, pois tais práticas e ideologias partem do pressuposto de que Deus não existe, portanto não existe pecado, então como a máxima esotérica diz, "faz o que tu queres, pois é tudo da lei". E assim o povo peca.
Saber observar com consciência seu líder (ou a pessoa que exerce alguma influencia sobre você), e até mesmo escolhê-lo (já que vivemos em um regime democrático) é fundamental. Somos humanos e como tal, altamente influenciáveis.
Sejamos influenciados por Jesus, portanto.
17 de junho de 2014
ERROS DE ATUALIZAÇÃO DO WINDOWS UPDATE PARA WINDOWS 7 - MSCONFIG
Estes dias tem ocorrido com meu computador um erro chato que já ocorreu tempos atrás, com relação a incapacidade de realizar as atualizações automáticas do Windows Update em meu sistema operacional (Windows 7 / 64 bits). Imagino que se você continuar a ler, deve estar com um problema parecido, se não o mesmo.
Basicamente o erro não permite que atualizações automáticas baixadas pelo sistema operacional sejam instaladas, então toda vez que você desliga o computador ele tenta fazer a instalação das atualizações, que precisam ser continuadas na próxima inicialização, momento esse em que o erro ocorre e toda a instalação da atualização é desfeita.
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| Tela com erro de atualização no Windows Update clique para ampliar |
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| Detalhe do defeito (código 80070005) clique para ampliar |
O erro ocasiona uma tentativa em looping infinito de instalação das mesmas atualizações, o que "trava a fila" de updates do sistema e tira sua alegria de viver, porque todo shutdown e boot ficam muito mais lentos.
Por que isso ocorre? Não sei exatamente, mas faço uma ideia: conflitos com algum programa instalado por você em seu sistema operacional, ou algum serviço adicional que tenha habilitado, eu sei lá. Debugar esse tipo de erro costuma ser bem complicado. Mas acredito que seja isso porque a solução aponta nesse sentido.
A solução, falando de forma bem direta, é desabilitar tudo o que não é essencial no Windows e realizar um novo boot.
Você pode fazer isso de duas formas: inicializando o Windows em "Modo de Segurança" (o que eu não testei, mas deve funcionar) ou usando o MSCONFIG para desabilitar tudo que não seja um software ou serviço original Microsoft do boot do Windows (mesmo que temporariamente).
Se deseja fazer isso, siga essa receitinha de bolo que não é pra ter erro:
1) Clique no botão iniciar e então digite msconfig na barra de pesquisa de programas. Isso fará com que o msconfig seja aberto.
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| Tela do MSCONFIG aba de serviços clique para ampliar |
2) Vá na aba Serviços. Marque o checkbox ocultar todos os serviços Microsoft, e então aparecerão apenas os serviços que não são originais do sistema operacional. Escolha a opção desativar tudo e eles serão desativados. Isso deixará que os serviços essenciais da Microsoft sejam iniciados normalmente.
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| Tela do MSCONFIG aba de inicialização de programas clique para ampliar |
3) Agora vá na aba iInicialização de programas. Escolha a opção desativar tudo e eles serão desativados.
4) Clique em OK. O msconfig informará que precisa reiniciar o sistema operacional. Pode escolher a opção para não reiniciar, assim você ganhará tempo.
5) Vá ao Windows Update e instale as atualizações. Após as mesmas serem instaladas ele pedirá para reiniciar o sistema. Reinicialize-o.
6) No boot da reinicialização você verá que a instalação das atualizações ocorrerão de forma miraculosa. Parabéns! O problema foi contornado!
7) Você pode executar o passo 1 novamente e voltar às configurações de boot originais do seu sistema. Você pode fazer isso facilmente indo na aba geral e selecionar a opção inicialização normal. Um reboot do sistema será necessário para que todos os serviços e programas sejam reiniciados com o sistema.
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| Tela do MSCONFIG aba geral - restauração da inicialização original clique para ampliar |
8) Digo "pode" porque você pode aproveitar essa oportunidade para você revisar o que está sendo inicializado com seu sistema e remover coisas que lhe sejam inúteis. O software CCLEANER pode ser ser mais indicado para remover as ciosas definitivamente, mas o msconfig lhe permitirá desabilitar o que desejar.
Tome cuidado com o que for fazer. Tenha certeza do que está fazendo antes de fazer qualquer coisa. Essa operação não é complexa, mas não me responsabilizo por qualquer problema que venha a ocorrer caso você o faça, então faça-o por sua conta e risco.
Espero ter ajudado.
16 de junho de 2014
O QUE CADA UM DE NÓS MERECE
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| Pieter Claesz - Vanitas (1630) |
Depois Jeú veio a Jizreel, o que ouvindo Jezabel, pintou-se em volta dos olhos, enfeitou a sua cabeça, e olhou pela janela. E, entrando Jeú pelas portas, disse ela: Teve paz Zinri, que matou a seu senhor? E levantou ele o rosto para a janela e disse: Quem é comigo? quem? E dois ou três eunucos olharam para ele. Então disse ele: Lançai-a daí abaixo. E lançaram-na abaixo; e foram salpicados com o seu sangue a parede e os cavalos, e Jeú a atropelou. Entrando ele e havendo comido e bebido, disse: Olhai por aquela maldita, e sepultai-a, porque é filha de rei. E foram para a sepultar; porém não acharam dela senão somente a caveira, os pés e as palmas das mãos. Então voltaram, e lho fizeram saber; e ele disse: Esta é a palavra do Senhor, a qual falou pelo ministério de Elias, o tisbita, seu servo, dizendo: No pedaço do campo de Jizreel os cães comerão a carne de Jezabel. E o cadáver de Jezabel será como esterco sobre o campo, na herdade de Jizreel; de modo que não se possa dizer: Esta é Jezabel.
2 Reis 9:30-37
Lendo o antigo testamento é difícil pensar em Deus como um Deus de amor tamanha a violência e barbaridade que ocorrem com inúmeras pessoas. Guerras, genocídios, fome, doenças e assassinatos brutais são recorrentes, e os livros de 1 e 2 Reis são ricos nesse tipo de relato. E tais situações bárbaras ocorreram a mando, ordem ou planejamento (profecia) do próprio Deus. Como pode então hoje acharmos que esse mesmo Deus nos perdoa, nos ajuda e nos ama?
Bem, enquanto eu lia o texto acima hoje eu não estava pensando em como Deus podia permitir aquilo. Na verdade, pensava que era exatamente isso o que cada um de nós merece afinal: sofrimento, dor e uma morte brutal, porque somos pecadores, transgredimos as Leis de Deus e devido a isso somos condenados e merecedores inclusive do Inferno, o que é infinitamente pior do que qualquer absurdo que soframos em vida.
Porém, Deus nos deu Jesus, e Jesus nos deu o evangelho. Deus nos deu seu único filho e permitiu que este sofresse exatamente isso que todos nós (exceto Ele) merecemos, de tal forma que somos livres, DE GRAÇA, desta condenação. Tal livramento sempre esteve disponível, sendo ele o amor motivado pelo próprio amor original de Deus para conosco.
Muitos cristãos ainda sofrem mortes horríveis pelo mundo. Muitos cristãos ainda sofrem terrores iguais ou até piores do que aqueles descritos no antigo testamento. Mas pior do que isso seria o Inferno, e disso a aceitação de Jesus em nossos corações e vidas nos livra.
De fato inúmeros textos do novo testamento explicam o porque que tais coisas ocorrem e continuam a ocorrer. Mas na mesma leitura que fiz hoje Paulo fala em 2 Corintios algo que serve de explicação, já que a vida cristã é uma luta cotidiana que exige enfrentamento da morte constante, e devemos estar cientes desse risco quando aceitamos a Jesus (algo que SEMPRE compensa devido ao prêmio da vida eterna que receberemos):
Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós. Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos; E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também na nossa carne mortal. De maneira que em nós opera a morte, mas em vós a vida. E temos portanto o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri, por isso falei; nós cremos também, por isso também falamos. Sabendo que o que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também por Jesus, e nos apresentará convosco. Porque tudo isto é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus. Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia.
2 Coríntios 4:7-16
O cristão está livre, pelo sangue de Jesus, daquilo que merece como punição. Mas se a punição vier assim mesmo, temos que ter o coração pronto para entender que quilo faz parte do plano de Deus, e que nela reside um propósito, e que como em tudo o que vem de Deus, devemos dar graças, mesmo que seja nossa morte.
10 de junho de 2014
PROBLEMAS, DESGRAÇAS E DORES DE CABEÇA: AS TEMPESTADES DA VIDA E SUA FUNÇÃO
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| Melancolia - Edvard Munch (1894/96) |
Eu sou o homem que viu a aflição trazida pela vara da sua ira.
Ele me impeliu e me fez andar na escuridão, e não na luz;
sim, ele voltou sua mão contra mim vez após vez, o tempo todo.
Fez que a minha pele e a minha carne envelhecessem e quebrou os meus ossos.
Ele me sitiou e me cercou de amargura e de pesar.
Fez-me habitar na escuridão como os que há muito morreram.
Cercou-me de muros, e não posso escapar; atou-me a pesadas correntes.
Mesmo quando chamo ou grito por socorro, ele rejeita a minha oração.
Ele impediu o meu caminho com blocos de pedra; e fez tortuosas as minhas sendas.
Como um urso à espreita, como um leão escondido,
arrancou-me do caminho e despedaçou-me, deixando-me abandonado.
Preparou o seu arco e me fez alvo de suas flechas.
Atingiu o meu coração com flechas de sua aljava.
Tornei-me motivo de riso de todo o meu povo; nas suas canções eles zombam de mim o tempo todo.
Fez-me comer ervas amargas e fartou-me de fel.
Quebrou os meus dentes com pedras; e pisoteou-me no pó.
Tirou-me a paz; esqueci-me do que significa prosperidade.
Por isso digo: "Meu esplendor já se foi, bem como tudo o que eu esperava do Senhor".
Lembro-me da minha aflição e do meu delírio, da minha amargura e do meu pesar.
Lembro-me bem disso tudo, e a minha alma desfalece dentro de mim.
Todavia, lembro-me também do que pode dar-me esperança:
Graças ao grande amor do Senhor é que não somos consumidos, pois as suas misericórdias são inesgotáveis.
Renovam-se cada manhã; grande é a tua fidelidade!
Digo a mim mesmo: A minha porção é o Senhor; portanto, nele porei a minha esperança.
O Senhor é bom para com aqueles cuja esperança está nele, para com aqueles que o buscam;
é bom esperar tranqüilo pela salvação do Senhor.
É bom que o homem suporte o jugo enquanto é jovem.
Leve-o sozinho e em silêncio, porque o Senhor o pôs sobre ele.
Ponha o seu rosto no pó; talvez ainda haja esperança.
Ofereça o rosto a quem o quer ferir, e engula a desonra.
Porque o Senhor não o desprezará para sempre.
Embora ele traga tristeza, mostrará compaixão, tão grande é o seu amor infalível.
Porque não é do seu agrado trazer aflição e tristeza aos filhos dos homens.
LAMENTAÇÕES 3:1-33
Fazia algum tempo que uma leitura não era tão especial para mim de acordo com o momento vivido. Nos últimos tempos tenho tido aquela terrível sensação de que tudo está dando errado. Alguns chamam isso de maré de azar, outros de inferno astral. Não importa desde que você entenda o que eu quero dizer. Imagine isso tudo ao mesmo tempo:
- Problemas de saúde contigo, com sua esposa e até com seu cachorro.
- Um artigo para finalizar sua pós-graduação que parece ser infindável.
- Seu emprego está em um momento bastante estressante e instável.
- Você está impossibilitado de fazer qualquer atividade física por causa do problema de saúde.
- Você vive em um ambiente com ruído e barulho quase todo tempo, gerando-lhe explosões de ódio, devido a vizinhos donos de carros com problemas de partida há mais de 2 anos que saem com o veículo às 5 da manhã e que ainda por cima tem filhos que parecem cavalos andando pelos corredores do prédio; estabelecimentos comerciais que iniciam atividades barulhentas às 6 da manhã ou que resolvem dar festas irregulares com som alto a noite; colegas de trabalho que ficam conversando generalidades entre si ao seu lado enquanto trabalha, etc.
- Compras pela Internet que simplesmente não chegam.
- Serviços contratados que não são realizados, ou quando são, muito porcamente.
- Transito cada dia pior e motoristas cada vez mais psicopatas.
- Dentre outros.
O termo "com os nervos à flor da pele" lhe diz algo?
Imagine então o que senti quando li Lamentações 3. Ainda mais quando ele diz em Lamentações 3:57 - Tu te aproximaste quando a ti clamei, e disseste: "Não tenha medo".
Mais adiante, em Lamentações 3:34-38 é dito Esmagar com os pés todos os prisioneiros da terra, negar a alguém os seus direitos, enfrentando o Altíssimo, impedir a alguém o acesso à justiça; não veria o Senhor tais coisas? Quem poderá falar e fazer acontecer, se o Senhor não o tiver decretado? Não é da boca do Altíssimo que vêm tanto as desgraças como as bênçãos?.
Nos sentimos muito revoltados quando sofremos. Imputamos à situação um caráter de injustiça e não merecimento do mal, mas a verdade da qual esquecemos é esta revelada neste texto: Deus está no controle de TODAS as coisas, e tanto as bençãos quanto as desgraças provêm dEle. Muitas pessoas falam que tudo o que nos ocorre de mal é culta do outro, ou de Satanás. Mas leia o que o texto diz: tanto bençãos quanto desgraças são decretados pelo Senhor!
Se passamos portanto por situações ruins e desgraçadas, temos que ter em mente isso, e entender que:
- Tudo de ruim que sofremos, nós de fato merecemos devido a nossos pecados contra o Senhor. Na verdade, merecíamos muito mais.
- As desgraças ocorrem com autorização de Deus, pois Deus é onipotente e Senhor.
- As desgraças tem seu propósito no plano de Deus e são fruto de seu amor por nós. As vezes são a única forma de disciplina para que a pessoa entenda, aprenda ou mude algo em sua vida. Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, assim como o pai faz ao filho de quem deseja o bem - Provérbios 3:11-12
- Deus não nos entrega às desgraças pura é simplesmente. Como o texto acima diz, Graças ao grande amor do Senhor é que não somos consumidos, pois as suas misericórdias são inesgotáveis. Sua natureza é misericordiosa e seu amor se renova todas as manhãs.
- Somos salvos pela graça, de forma imerecida, por amor e pelo sacrifício de Jesus Cristo. Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie - Efésios 2:8-9.
Assim, percebi hoje que entender um pouco mais sobre a natureza do sofrimento e que ele vem do Senhor é um passo muito grande para diminuir a revolta, o que é algo muito intenso e explosivo em mim. Costumo reclamar que o ser humano é péssimo e só causa conflito com seus semelhantes, mas no final das contas não há por que me revoltar já que sou igual ou pior a todos eles, e cometo os mesmos erros para com eles e, mais grave do que isso, para com Deus.
A oração que Jesus ensinou, "Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido" fecha o ciclo.
O sofrimento é santo pois nos ensina muito.
Sofrer nos leva a compaixão, pois por meio dele criamos empatia com os que sofrem, e assim amá-los torna-se mais fácil.
Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação; Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus. Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo. Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos; - 2 Coríntios 1:3-6
Amar a Jesus e a Deus, assim, também se torna mais fácil, pois Jesus sofreu por nossos pecados e Deus sofre por nós todos os instantes em que pecamos contra Ele.
Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação; Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus. Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo. Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos; - 2 Coríntios 1:3-6
Amar a Jesus e a Deus, assim, também se torna mais fácil, pois Jesus sofreu por nossos pecados e Deus sofre por nós todos os instantes em que pecamos contra Ele.
Que o Senhor me perdoe por todo o ódio e revolta, e me permita adorá-lo em meio às tempestades, ensinando o meu coração e a minha mente, para sempre, que tudo está sob o controle do Senhor.


















